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Parques e atrações

Amazonastur apresenta projeto do Biopark; investimentos chegam a R$ 500 milhões

O novo projeto receberá investimentos de R$ 500 milhões

O novo projeto receberá investimentos de R$ 500 milhões

A Amazonastur apresentou na tarde desta terça-feira, 22 de agosto, no Centro de Convenções Vasco Vasquez, o projeto Amazonas Biopark – um empreendimento que tem por objetivo alavancar o setor do turismo no Estado do Amazonas. A apresentação do projeto visa chamar a atenção de investidores interessados na construção.

O primeiro parque temático da Amazônia terá 70 mil m2  e investimento previsto de U$ 500 milhões. O parque tem previsão de ser construído em cinco anos. Segundo a Amazonastur, a meta agora é captar investidores para que o projeto saia do papel. A obra deve contar com a participação das iniciativas privadas e governamentais.

“Nós estamos criando todas as alternativas para que os grupos de empresários interessados no projeto possam vislumbrar com facilidade esse investimento. Já estamos trabalhando nesse projeto há dez anos e agora vamos colocar o projeto em evidência em vários países e captar investidores. Já estivemos em Roma, em Londres, em Berlim e vamos estar no Japão e na China apresentando o plano do Biopark. Hoje nós podemos contar com o apoio do Sistema Nacional de Parques e também a Associação Mundial de Parques Temáticos, representada pelo Mr. Greg Hale, vice-presidente da Disney World”, disse Oreni Braga.
Maquete do complexoOreni pontuou dois itens importantes para a construção do projeto no Amazonas. “Primeiro, nós temos o maior parque industrial da América do Sul cravado em Manaus, no coração da Amazônia, que é a Zona Franca de Manaus. Depois, nós temos a maior biodiversidade do planeta com 1,5 milhão de Km2 , que recebe todos os ingredientes necessários para um parque natural”, destacou a presidente da Amazonatur.

Segundo a presidente, o local não será somente um parque onde as pessoas vão poder fotografar borboletas, bromélias, caminhar em trilhas, conhecer de perto o modo de vivência do homem caboclo, as diversidades das etnias indígenas, o museu da borracha, mas também, será uma ferramenta de tecnologia de grandes áreas destinadas às produções cinematográficas, de área destinadas à convivência com da fauna e flora do Estado.

“Será um grande parque que vai trazer conhecimento, troca de experiências e também vai promover a preservação e a conservação dos nossos recursos naturais. Mas, o maior mote de tudo isso é a inclusão social, a empregabilidade e o conhecimento do turismo mundial”, pontuou.

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