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Números do Festival de Parintins 2022 já superam os alcançados na pré-pandemia

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Gustavo de Araújo Sampaio, presidente da Amazonastur

PARINTINS – Os números consolidados relativos ao Festival Folclórico de Parintins de 2022 ainda não estão fechados, mas, segundo a Empresa Estadual de Turismo – Amazonastur, devem superar as expectativas mais otimista dos organizadores.

Veja a galeria de fotos abaixo

“Tanto em termos de público presente, quanto injeção de recursos na economia parintinense nestes três dias de festival, não temos dúvida que superamos os números pré-pandemia de 2019”, assinalou o presidente da Amazonastur, Gustavo de Araújo Sampaio.

Segundo ele, a festa movimentou toda a economia da cidade, desde o comércio formal de supermercados, bares, restaurantes e rede hoteleira até o comércio ambulante que se desdobrou em oferecer todos os tipos de serviço aos turistas que desembarcaram na Ilha de Parintins.

O presidente Gustavo Sampaio explicou que o Festival Folclórico de Parintins é o que melhor representa o turismo no Estado do Amazonas. “Parintins é nosso orgulho e vamos nos superar a cada ano para que o destino se torne cada vez mais conhecido e frequentado”, disse.

Povos originários da Amazonia

esta edição pós-pandemia, segundo cálculo baseados em festas anteriores, o público – turistas e visitantes – esperado é superior a 80 mil pessoas

Nesta edição pós-pandemia, segundo cálculo baseados em festas anteriores, o público – turistas e visitantes – esperado é superior a 80 mil pessoas, mas “de acordo com informações preliminares que já temos, certamente se aproximará ou superará as 100 mil pessoas. Quer dizer, será um sucesso de público e, claro arrecadação”, salientou.

Neste quesito, e ainda tendo como base o volume de recursos movimentados nos três dias de festa em 2019, o presidente da Amazonastur não tem medo de errar: “Neste mês de junho, Parintins, já incluindo a arrecadação relativa ao festival que ainda não está fechada, mesmo porque hoje (domingo) ainda tem festa, deve superar os R$ 85 milhões.”

Gustavo Sampaio lembrou que a forte campanha de vacinação contra a Covid-19 pelo Governo do Amazonas foi decisiva para que o Festival Folclórico de Parintins voltasse à normalidade neste ano de 2022, depois de dois anos suspenso pela pandemia.

“Continuamos trabalhando com cautela, educando e incentivando a população para que se vacine, seja com a segunda dose e de reforço para quem já atingiu a idade para tanto. É fundamental para a vida, a saúde e a economia que todos sejam vacinados”, completou.

Com relação à economia, o movimento de embarcações, um dos principais meios de transporte para chegar a Partintins, seja pelo Porto de Parintins ou clubes e marinas particulares, foi bastante intenso nos dias de festival. O Kwati Clube, por exemplo, recebeu cerca de 40 iates de Santarém e Manaus, principalmente, que ficaram ancorados em sua marina ao custo de R$ 12 mil pelo período do festival.

Por outro lado, e em razão de não haver mais vagas para atracar no Porto de Parintins, grandes embarcações de transporte fluvial com capacidade para até 700 pessoas, algumas inclusive com serviço de ferryboat para o transporte de bicicletas, motocicletas e carros, atracaram ao longo da orla da cidade. Igualmente, a maioria dessas embarcações vieram da capital Manaus e Santarém.

TRICICLOS – O transporte rodoviário em triciclos movidos a bicicleta ou motocicleta tão tradicional e exclusivo da cidade de Parintins foi declarado Patrimônio Cultural e Imaterial de Parintins. Atualmente são mais de 1 mil cadastrados nas três associações que cuidam e auxiliam, inclusive com repasse de recursos aos associados para a manutenção dos equipamentos.

Para muitos triciclistas, como Rodrigo Freitas, há sete anos ganhando o sustento da família com as corridas diárias que faz por toda Parintins, os dias de festa são a redenção. “No dia a dia da cidade o movimento é bem pequeno. Esperamos ansiosos com datas festivas, como o Festival Folclórico e o dia de Nossa Senhora do Carmo para faturarmos mais”, conta.

Pintor automotivo quando aparece uma oportunidade, o mauara Freitas, lembra que as corridas de triciclo nos dias de festa são realizadas a R$ 10,00 por passageiro, enquanto nos dias normais, esse valor cai para R$ 5,00. “É difícil sobreviver só com o transporte, mas infelizmente é o que temos aqui”.

Paulo Neves, também triciclista desde 2020 tem na “profissão” um ganho extra, já que trabalha em uma rede de supermercados. Em geral, nos dias sem grandes festas na cidade trabalha somente nos finais de semana. “Nunca é demais conseguir mais um ganho para somar ao salário formal”, diz. Neves está bastante satisfeito com os ganhos alcançados nestes dias de festival folclórico que, segundo ele são de R$ 400 a 500 por dia. O preço praticamente tabelado para a data de R$ 10,00 por pessoas, pode variar até R$ 20,00, dependendo da distância do percurso.

Ambos os triciclistas, como a maioria dos que fazem o transporte individual, em motocicleta, ou coletivo (triciclo) aguardam agora a nova data de festividades em Parintins. De 6 a 16 de julho, o município comemora o dia da padroeira, Nossa Senhora do Carmo, quando milhares de fieis chegam à cidade para as orações de fé na Catedral de NS do Carmo e festejos por toda a cidade.

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