
A Gol divulgou os resultados operacionais e financeiros referentes ao primeiro trimestre de 2022, com destaque para a venda de passagens que superou o período pré-pandemia (particularmente em março, com volume 60% maior, impulsionado pela forte recuperação do mercado corporativo). Destaque também para os melhores resultados operacionais desde o início da pandemia, com margem EBIT de 5,6% e margem EBITDA de 16,8%.
Com relação aos resultados financeiros, a receita líquida da companhia mais do que dobrou no 1T22, chegando a R$ 3,2 bilhões. A receita auxiliar, alavancada por Smiles e Gollog, cresceu 37,9% para R$ 209 milhões. Já o lucro líquido da companhia foi de R$ 2,6 bilhões (lucro por ação de R$ 6,58), enquanto a geração de caixa operacional totalizou R$ 1,8 milhão por dia. Por fim, a liquidez atingiu R$3,3 bilhões ao fim do trimestre.

Já com relação aos resultados operacionais, a demanda cresceu 46,5%, enquanto a oferta acompanhou o ritmo e subiu 44,4%. Isto fez com que a taxa de ocupação crescesse 1,1 p.p para 81%. A taxa de ocupação doméstica, por sua vez, evoluiu 1,3 pp para 81,2%, enquanto a taxa de ocupação internacional totalizou 75,6%. Por fim, o número de passageiros transportados pela Gol cresceu 49,5% e atingiu 6,7 milhões, equivalente a 73,4% do 1T19.
“Nossa capacidade de emergir de uma das piores crises da história do setor aéreo como uma empresa mais competitiva e com bons resultados é uma prova do nosso flexível modelo de negócios, que nos permite rápida adaptação à dinâmica atual do mercado. Quando combinadas com a execução de nossa experiente Equipe de Águias, essas vantagens competitivas continuarão a impulsionar o crescimento sustentável de nossas vendas no longo prazo”, disse Paulo Kakinoff, presidente da Gol.
Mais destaques:
- A utilização das aeronaves foi de 11 horas por dia, um ganho de 13,4% na produtividade;
- A Receita Líquida por Assento-Quilômetro Ofertado (RASK) evoluiu 42,2% para R$ 31,85;
- O yield médio por passageiro cresceu 45,2% e registrou um recorde de R$ 36,77 para um primeiro trimestre;
- O Custo por Assento-Quilômetro recorrente aumentou em 6,5% para R$ 30,06. O CASK Combustível cresceu 47,4% para R$ 11,93, devido à majoração de 60% nos preços do querosene da aviação (QAV);
- O EBIT recorrente totalizou R$ 181,4 milhões, enquanto o EBITDA recorrente foi de 542,2 milhões
- Quinto trimestre consecutivo de elevado yield por passageiro, atingindo um recorde de R$ 36,77 para um primeiro trimestre;
- A companhia recebeu oito novas aeronaves Boeing 737 MAX-8 no trimestre.








