
O Conselho Internacional de Aeroportos (ACI World) lançou o Relatório de Economia Aeroportuária e os Indicadores Chave de Desempenho (KPIs) para o ano financeiro de 2020, considerada a primeira análise global detalhada das atividades financeiras dos aeroportos durante o primeiro ano da pandemia.
De acordo com os relatórios, as principais fontes de receita dos aeroportos – atividades aeronáuticas e não aeronáuticas (comerciais) – caíram acentuadamente em 2020. Ao analisar as fontes individuais de receita aeronáutica, àquelas relacionadas aos passageiros tiveram as maiores quedas (-65%), acompanhando o colapso histórico do tráfego.
Embora os custos totais aeroportuários tenham diminuído em termos absolutos, os custos por passageiro aumentaram 91,8%. Este é o resultado da queda do tráfego de passageiros em comparação com uma base de custos fixos. Com muitos aeroportos congelando ou acenando com certas taxas aeronáuticas em conjunto com o alívio de aluguel no lado comercial do negócio, as receitas unitárias foram significativamente menores do que os custos unitários em 2020.
“Todo o setor da aviação foi afetado financeiramente pela pandemia e todos devemos trabalhar juntos para garantir que todas as partes do ecossistema se recuperem de forma sustentável”, disse o diretor-geral de ACI World, Luis Felipe de Oliveira. “Para os aeroportos, isso significa financiar altos custos fixos inevitáveis decorrentes de negócios com uso intensivo de infraestrutura por meio de um sistema de cobrança mais eficiente.







