
Uma barraca localizada na Praia de Geribá, em Armação dos Búzios, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, foi autuada por prática de preços abusivos após a divulgação de valores considerados fora da realidade para refeições e petiscos vendidos no local. O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais e motivou uma operação de fiscalização conjunta.
Entre os preços encontrados pelos consumidores estavam refeições cobradas a R$ 470, porções de frango, peixe e fritas por cerca de R$ 300 e pastéis vendidos a R$ 150. As imagens e relatos viralizaram, gerando indignação e chamando a atenção dos órgãos de defesa do consumidor.
Após a repercussão, equipes de fiscalização com integrantes do Procon-RJ estiveram na praia e autuaram o estabelecimento. Durante a ação, outros quiosques e restaurantes ao longo da orla também foram fiscalizados e acabaram autuados por práticas semelhantes, além de irregularidades sanitárias.
Segundo os fiscais, foram encontrados alimentos sem identificação de prazo de validade, embalagens inadequadas e armazenamento incorreto de produtos. Os itens considerados impróprios para consumo foram recolhidos e descartados imediatamente, conforme determina a legislação sanitária.
A operação não se restringiu apenas a Armação dos Búzios. Na cidade vizinha de Cabo Frio, outro caso chamou atenção após viralizar nas redes sociais: petiscos sendo comercializados por valores que não ficavam abaixo de R$ 200, levantando suspeitas de abuso contra turistas e consumidores locais.
Os estabelecimentos autuados receberam prazo de 24 horas para corrigir os preços praticados e se adequar às normas legais vigentes. Além de quiosques e restaurantes, um estacionamento da região também foi alvo da fiscalização, após ser constatada cobrança acima do permitido.
A ação foi coordenada pela Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor (Sedcon) e pelo Procon-RJ, com apoio da Secretaria de Ordem Pública, da Guarda Civil Municipal e da Polícia Militar. Os órgãos reforçaram que práticas abusivas, especialmente em áreas turísticas, serão combatidas e que consumidores devem denunciar irregularidades aos canais oficiais.
*Com informações de Diário do Rio







