
SÃO PAULO – Nesta terça-feira (24), durante o Lacte 21, o presidente do Conselho de Administração do Grupo Tour House, Carlos Prado, fez um balanço de 2025, classificando o período como um ano de entregas tecnológicas, fortalecimento cultural e crescimento de 15%, com faturamento acima de R$ 900 milhões. Para 2026, a meta é alcançar R$ 1,2 bilhão, mantendo investimentos em pessoas, tecnologia e governança, além de reforçar o discurso por concorrência ética no setor.
Embora o resultado tenha ficado ligeiramente abaixo do que havia sido projetado inicialmente, Prado afirmou que o desempenho permaneceu dentro da margem esperada. Grande parte do foco estratégico esteve concentrada em tecnologia e cultura corporativa: “A Tour House olha para o futuro e quer deixar um legado, impactar positivamente a vida das pessoas e o setor onde está inserida”. Ele reforçou que a companhia opera com forte senso de responsabilidade social, defendendo que o negócio vai além dos sócios e pertence, de certa forma, à sociedade.
Entre os principais desafios enfrentados, ele reconhece que o desenvolvimento e retenção de profissionais qualificados continuam sendo pontos sensíveis para o setor.
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PILAR ESTRATÉGICO DA TOUR HOUSE
O investimento contínuo em tecnologia faz parte do olhar da Tour House para este ano. Segundo o executivo, o turismo exige alto nível de digitalização, especialmente diante de concorrentes globais que contam com aportes de fundos de investimento. Por opção estratégica, a empresa realiza seus investimentos com recursos próprios, sem recorrer a bancos ou fundos, preservando o controle acionário nas mãos dos sócios.
Prado também fez um alerta sobre práticas desleais no mercado. Para ele, os “maus competidores” prejudicam o desenvolvimento do setor e os players que atuam dentro das regras. “É possível ganhar dinheiro dentro das quatro linhas”, afirmou, defendendo uma concorrência saudável, baseada em ética e transparência.
Para 2026, a meta é ambiciosa: atingir R$ 1,2 bilhão em faturamento. O plano inclui novos investimentos em pessoas e tecnologia, além da manutenção de um NPS elevado.
O presidente reforçou que clientes e fornecedores precisam estar alinhados à cultura da empresa, que tem compliance e ética como princípios inegociáveis, defendendo que escolhas responsáveis são fundamentais para o fortalecimento do setor e do país.







