
Trocar a estabilidade por um negócio próprio no meio da pandemia não foi uma decisão simples. Ainda assim, foi esse o caminho escolhido por Renata Seconello, que deixou a enfermagem em 2020 para abrir uma unidade da Clube Turismo em Sinop.
Cinco anos depois, a aposta deu resultado. A agência alcançou cerca de R$ 2,3 milhões em faturamento em 2025 e se tornou a principal fonte de renda da família.
O começo foi puxado. Renata conciliava plantões de 12 horas com os primeiros atendimentos da agência, tentando fazer o negócio acontecer em um dos períodos mais difíceis para o turismo.
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Crescimento no turismo com foco no cliente
Mesmo assim, os resultados vieram rápido. A primeira venda aconteceu ainda durante o treinamento, e o crescimento seguiu com foco em viagens de lazer e atendimento próximo.
A estratégia é simples: entender o que o cliente quer e montar a viagem de acordo com o perfil. Isso acabou gerando indicações e ajudando a agência a crescer de forma consistente.
A abertura da loja física marcou uma virada no negócio e trouxe mais visibilidade. Hoje, a operação é enxuta, com apoio de uma agente de viagens e participação da família na gestão.
Para Ana Virgínia Falcão, CEO da rede, casos como o de Renata mostram como o modelo de franquia pode ajudar quem está começando do zero a estruturar um negócio.







