
O Parque Nacional da Tijuca encerrou 2025 com um marco histórico: 4.907.563 visitantes, consolidando-se, pelo 18º ano consecutivo, como o parque nacional mais frequentado do Brasil. O crescimento expressivo reforça a relevância da unidade de conservação e impulsiona um ciclo robusto de investimentos conduzido pelo ICMBio, que soma R$ 75 milhões.
Corcovado concentra melhorias e alta de público
No Corcovado, área que abriga o Cristo Redentor, o fluxo de visitantes saltou de 2,3 milhões em 2024 para mais de 2,8 milhões em 2025. Para atender à demanda crescente, o Alto Corcovado já recebeu melhorias como novos banheiros — incluindo unidades acessíveis —, lojas de autoatendimento, um novo Centro de Atendimento ao Visitante (CAV), ilhas de hidratação e a modernização do hall dos elevadores, tornando-o mais resistente às intempéries.
Novas obras previstas para 2026
O plano de investimentos segue em ritmo acelerado. Ainda em 2026, estão previstas entregas estratégicas, como a instalação de três novos elevadores importados, a criação de um novo mirante com vista panorâmica para o Rio, além de novos banheiros com fraldários. Também fazem parte do pacote obras estruturais, como a recuperação dos contrafortes que sustentam o platô de visitação, contenção de encostas próximas à linha férrea histórica e às vias de acesso, além da implantação de uma estação de tratamento de esgoto (ETE).

Expansão com foco em sustentabilidade
Nos demais setores do parque, que juntos receberam mais de 2 milhões de visitantes em 2025, os investimentos priorizam o aumento da visitação com o menor impacto ambiental possível. Entre as ações, destaca-se a contratação de novos agentes temporários ambientais, reforçando o trabalho de servidores, monitores e brigadistas na proteção da unidade.
Floresta da Tijuca passa por revitalização
No setor Floresta da Tijuca, estão em andamento obras de recuperação do tradicional restaurante A Floresta, com foco na restauração completa do espaço. A região também receberá melhorias no asfalto das vias internas, reformas em alojamentos para pesquisadores, na sede administrativa local — conhecida como “barracão” — e o fortalecimento da brigada de incêndios.
Com investimentos estruturais e foco na experiência do visitante, o parque avança para equilibrar crescimento turístico e conservação ambiental, mantendo sua posição de destaque no cenário nacional.







