
Três dias após o incêndio que atingiu o resort Viva Dominicus Beach by Wyndham, em Bayahibe, as autoridades da República Dominicana concentram esforços na assistência aos turistas afetados e na apuração das causas do incidente, que resultou na morte de uma hóspede e levou ao fechamento temporário do empreendimento.
Enquanto equipes técnicas avaliam os danos provocados pelas chamas, cerca de 1.690 hóspedes precisaram ser transferidos para outras unidades hoteleiras da região. A operação de realocação mobilizou órgãos públicos, entidades do setor turístico e empreendimentos próximos, em uma tentativa de reduzir os impactos sobre os visitantes que estavam hospedados no complexo.
O governo dominicano afirma que as atividades turísticas em Bayahibe seguem normalmente, apesar do ocorrido. Parte dos turistas foi acomodada em hotéis da própria rede Viva Resorts by Wyndham, enquanto outros foram direcionados para estabelecimentos da região.
A morte de uma hóspede, confirmada pela rede hoteleira, segue sendo investigada. Segundo a empresa, o resultado da autópsia deverá esclarecer as circunstâncias do óbito.
O hotel permanece fechado e ainda não há previsão para a retomada das operações.
Incêndio mobilizou força-tarefa
O incêndio começou na manhã da última sexta-feira (19) e mobilizou uma ampla operação de emergência em Bayahibe, destino turístico localizado na costa sudeste da República Dominicana.
De acordo com o Centro de Operações de Emergência (COE), bombeiros de diferentes municípios atuaram no combate às chamas, com apoio de instituições públicas e privadas. A prioridade foi retirar hóspedes e funcionários das áreas afetadas e evitar que o fogo atingisse outras estruturas do complexo.
Informações preliminares apontam que a rápida propagação das chamas pode ter sido favorecida pela presença de materiais combustíveis em parte das coberturas do resort, além das condições de vento registradas no momento do incidente. As causas, entretanto, ainda não foram oficialmente determinadas.







