Cocal
Evento reúne líderes de 18 países e destaca inovação, integração e legado para o setor (Beatriz do Vale/M&E)

FORTALEZA – A 42ª edição do Cocal, Congresso da Associação da Indústria de Eventos da América Latina, foi oficialmente aberta nesta terça-feira (1º), em Fortaleza, reunindo mais de 750 participantes de 18 países e representantes de 15 estados brasileiros. Após 11 anos sem ser realizado no país, o maior encontro da indústria de eventos da América Latina retorna ao Brasil para discutir inovação, sustentabilidade, tecnologia e o futuro do setor.

Autoridades e representantes presentes na solenidade de abertura do Cocal 2026:

  • Enid Câmara, presidente da Abeoc Brasil
  • Júlio César Bojórquez, presidente da Cocal
  • Gustavo Montenegro, secretário de Turismo do Ceará
  • Denise Carrá, secretária de Turismo de Fortaleza
  • Eduardo Bismarck, deputado federal
  • Luiz Gastão, deputado federal
  • Leonardo Araripe, presidente da Abeoc Ceará
  • Clarisse Linhares, presidente do Visite Ceará
  • Alexandre Nakagawa, gerente MICE da Embratur
  • Alexandre Sampaio, presidente da FBHA
  • Joaquim Cartaxo, diretor-superintendente do Sebrae Ceará
  • Eliane Brasil, superintendente do Banco do Nordeste
  • Danielly de Aguiar, gerente de Marketing da Empetur
  • André Montenegro, vice-presidente da Fiec
  • Luiz Fernando Bittencourt, presidente da Fecomércio Ceará
  • Stella Pavan, presidente do Sindieventos
  • Ivana Bezerra, presidente da ABIH Ceará
  • Anya Ribeiro, presidente da Aceter

Cocal 2026 destaca Brasil como referência para a indústria de eventos

Durante a cerimônia, o presidente da Cocal, Júlio César Bojórquez, afirmou que o retorno do congresso ao Brasil reforça a posição estratégica do país para o mercado latino-americano de eventos.

“O Brasil é muito mais do que o maior país da América Latina. É uma potência da indústria de reuniões. Essa liderança não é fruto do acaso. É resultado de políticas públicas consistentes, empresários visionários e profissionais comprometidos”, afirmou.

Bojórquez também destacou que o setor precisa ir além da captação de eventos internacionais e investir na criação de congressos próprios: “Os destinos mais competitivos do mundo não apenas captam eventos. Eles os criam, os desenham, os exportam e os transformam em motores de desenvolvimento econômico e de conhecimento”.

O dirigente ainda reconheceu o papel da Embratur na promoção internacional do Brasil e agradeceu o trabalho desenvolvido pelas entidades locais para viabilizar a realização do congresso em Fortaleza.

Já Enid Câmara destacou o esforço conjunto necessário para realizar um evento dessa dimensão em um ano marcado pela Copa do Mundo e pelas eleições brasileiras.

“Para realizar um evento desse nível, no ano de Copa do Mundo e eleição, precisamos de muitas marcas e muitos parceiros”, afirmou. Segundo ela, 103 marcas apoiaram o congresso, que reúne representantes de 18 países, mais de 750 inscritos e cerca de 70 palestrantes.

“Entendo que estamos deixando um legado não só para a Cocal, mas para todos que aceitaram viver esse momento conosco. O Brasil deixa um pouco do seu DNA na história de cada um de vocês.”

Cocal
Participantes do Cocal 2026 prestaram homenagem à Venezuela durante a solenidade de abertura, em solidariedade às vítimas do terremoto registrado no país (Beatriz do Vale/M&E)

Homenagem à Venezuela marca abertura do congresso

Um dos momentos mais emocionantes da solenidade foi a homenagem prestada à Venezuela em razão do terremoto que atingiu o país na última semana. No palco, lideranças da indústria de eventos exibiram uma bandeira venezuelana com a palavra “Luto” e convidaram o público para um momento de oração em solidariedade às vítimas e aos profissionais do setor afetados pela tragédia.

A homenagem foi acompanhada por um Pai-Nosso e reforçou o espírito de união que marca a Cocal, reunindo representantes de diversos países latino-americanos em apoio ao povo venezuelano.

*O M&E viaja com proteção GTA