
A Justiça do Rio de Janeiro manteve a prisão preventiva de João Ricardo Rangel Mendes, fundador do Hurb, após negar um pedido da defesa para substituir a medida por alternativas cautelares. O empresário está foragido desde 7 de janeiro de 2026.
A decisão da 32ª Vara Criminal da Capital, datada de 7 de outubro, considerou que permanecem válidos os fundamentos que levaram à decretação da prisão e que não foram apresentadas mudanças nas circunstâncias que justificassem a revisão da medida. A Justiça também rejeitou a alegação de excesso de prazo, enquanto o Ministério Público se manifestou contra o pedido, segundo informações publicadas pelo UOL.
Mendes havia sido preso em 2025, sob suspeita de furtar obras de arte e outros objetos de um hotel e de um escritório de arquitetura no Rio de Janeiro. Na ocasião, foi liberado sob medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica.
Segundo a decisão judicial, o empresário descumpriu as condições impostas ao sair do estado sem autorização, utilizar documento falso e deixar o equipamento de monitoramento eletrônico descarregado. Os episódios motivaram a expedição de uma nova ordem de prisão, que continua sem cumprimento.
O advogado Vicente Donnici informou ao UOL que deixou a defesa de Mendes nesta semana. Até a publicação da reportagem, não havia confirmação sobre quem assumiu o caso.
Crise da Hurb
O caso ocorre em meio à crise enfrentada pelo Hurb, marcada por reclamações de consumidores e dificuldades relacionadas ao cumprimento de serviços turísticos contratados. As acusações contra Mendes seguem sujeitas ao devido processo legal, e a manutenção da prisão preventiva não representa, por si só, uma condenação.
Com informações do UOL.







