
A região da Amazônia acaba de ganhar sua primeira marca oficial voltada à promoção de negócios e atração de investimentos. A iniciativa busca posicionar o território de forma estratégica no cenário global, conectando sustentabilidade, economia e imagem institucional.
Uma nova marca foi desenvolvida com o objetivo de criar uma identidade unificada para a região, indo além da percepção tradicional associada apenas à preservação ambiental. A proposta é apresentar a Amazônia também como um polo de oportunidades, capaz de atrair projetos direcionados à bioeconomia e ao desenvolvimento sustentável.
Confira o vídeo da nova marca aqui.
Papel da Embratur
A criação da marca também reforça o papel estratégico da Embratur na promoção internacional do destino. Responsável por posicionar o Brasil no exterior, a entidade lidera a construção de narrativas capazes de tornar o país mais competitivo no mercado global.
No caso da Amazônia, o movimento vai além da promoção tradicional. A iniciativa busca estruturar o bioma como um produto turístico integrado, reunindo os estados da região Norte sob uma mesma identidade e facilitando a comunicação com operadores, investidores e viajantes internacionais.
A marca nasce como um ativo estratégico de longo prazo, alinhado à tendência global de valorização de destinos com propósito, sustentabilidade e impacto social.
Significado para o turismo
Mais do que uma identidade visual, a marca Amazônia representa uma mudança de posicionamento do destino no cenário internacional. A proposta é apresentar a região não apenas como um território de preservação ambiental, mas como uma experiência turística estruturada, com oferta organizada e narrativa clara.
O conceito central gira em torno do chamado “turismo de transformação”, que propõe ao viajante uma vivência mais profunda, conectada à natureza e às comunidades locais, indo além do turismo convencional.
Na prática, isso significa valorizar experiências ligadas à bioeconomia, ao turismo de base comunitária e ao contato direto com culturas tradicionais, como indígenas, ribeirinhos e quilombolas.
Amazônia e sua nova identidade
A criação da identidade também dialoga com uma demanda crescente do mercado por projetos com propósito e alinhados a práticas ambientais, sociais e de governança (ESG). Nesse contexto, a Amazônia surge como um dos principais territórios de interesse global, especialmente em setores ligados à bioeconomia, turismo sustentável e inovação.







