Estatais apostam em turismo com crédito, tecnologia e experiências no Salão; veja detalhes
ojetos unem empreendedorismo, tecnologia e soluções financeiras (Felipe Abílio/MeE)

SÃO PAULO – O 9º Salão do Turismo não reúne apenas destinos e experiências regionais: o evento também abriu espaço para empresas estatais que desempenham papel estratégico no desenvolvimento econômico e social do país. Sebrae, Itaipu Binacional, Embratur, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil apresentam projetos, iniciativas tecnológicas e serviços que reforçam a integração entre turismo, empreendedorismo e inclusão.

No estande do Sebrae, o destaque é o programa de artesanato, com 55 artesãos de diferentes regiões do Brasil expondo peças que vão de utilitárias a obras premiadas. A instituição também apresenta o Agente de Roteiros Turísticos (ART), já presente em cerca de mil municípios, e trouxe 70 empresários para divulgar roteiros e experiências criadas junto a comunidades locais.

A Itaipu Binacional aposta em tecnologia para atrair visitantes. Um mini cinema exibe a história e o funcionamento da usina, enquanto óculos de realidade virtual permitem simular a imersão no processo de geração de energia. Brindes como pelúcias e artesanatos de animais típicos complementam a experiência, que também destaca passeios como o Refúgio Biológico Bela Vista e o Ecomuseu.

A Embratur aproveita o evento para lançar sua nova identidade visual e apresentar o catálogo “Top 101 Experiências do Brasil”, que reúne vivências diferenciadas em 67 municípios. A agência também oferece uma viagem virtual por destinos como Amazônia, Pantanal, Fernando de Noronha, Lençóis Maranhenses e Rio de Janeiro, com óculos de realidade aumentada.

O turismo também encontra apoio financeiro no Salão. A Caixa Econômica Federal divulga linhas de crédito especiais, como a antecipação do saque-aniversário do FGTS e condições diferenciadas em cartões e empréstimos pessoais. Já o Banco do Brasil aposta no BB Crédito Realiza, que financia viagens em até 60 parcelas, com carência de quase dois meses e juros mais baixos que os de cartões tradicionais.