
SÃO PAULO – A 9ª edição do Salão do Turismo foi aberta na manhã desta quinta-feira (21), no Distrito Anhembi, em São Paulo, reafirmando-se como uma das principais vitrines do setor no país. O evento reuniu representantes do governo federal e estadual, parlamentares e lideranças de entidades ligadas ao turismo, em um momento que evidencia a atenção da Fazenda e demais ministérios às demandas do segmento.
Entre os presentes estiveram o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin; o ministro do Turismo, Celso Sabino; o ministro da Fazenda, Fernando Haddad; o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho; e o governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa.
Durante seu discurso, Fernando Haddad destacou os desafios enfrentados pelo país e a importância do turismo para a economia.
“Gostaria de começar saudando o Presidente Alckmin pela maneira digna e altiva com que conduz as questões que tem a tratar. O problema grave que estamos enfrentando é essa questão externa. O presidente Alckmin, por ter sido quatro vezes governador do Estado e acumular vasta experiência ao longo de sua vida pública — que começou como vereador —, tem dado exemplo frente à indignidade de certas situações no Brasil e nos Estados Unidos. É muito importante ter uma pessoa de cabeça erguida nos representantes, que não baixa a cabeça diante de gritos ou desafios, e que sabe se convocar e defender o país.
“Sabemos da importância que o Brasil tem no mundo. Sem respeito, não conseguiremos atrair turistas, investimentos e atenção internacional para o potencial do nosso país. É um privilégio trabalhar com o Presidente Lula, pois temos o estímulo de saber que estamos no caminho certo. Quando o turismo vai bem, temos muitos motivos para comemorar. Como já foi dito, para a família brasileira sobrar dinheiro para fazer turismo, é porque ela já conseguiu honrar boa parte de seus compromissos cotidianos: pagou a conta de luz, a escola dos filhos, a água. Assim, quando o turismo prospera, é sinal de que o desemprego está em baixa, a inflação está controlada e a renda do trabalhador, sobretudo das camadas com até 4 ou 5 salários mínimos, está melhorando. Isso significa que estamos buscando um país mais justo.
“Crescer 30% ao ano é muito significativo, considerando que a taxa média do Brasil é inferior a 1,5%. Nos últimos três anos, dobramos nosso crescimento médio. Porém, mais importante do que crescer é crescer com mais justiça social”, finalizou.







