
BUENOS AIRES – O turismo já responde por 7,4% do Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina e precisa de medidas fiscais e laborais para manter competitividade. A avaliação foi feita pelo presidente da Feira Internacional de Turismo da América Latina (FIT), Andrés Deyá, neste sábado (27), na abertura da 29ª edição do evento, realizada no La Rural, em Buenos Aires.
“Foi demonstrado o papel indiscutível que este grupo tem e que terá nesta Argentina com as medidas que o presidente disse, que seguramente vão trabalhar tanto as laborais quanto as fiscais. Estamos fazendo um trabalho de insistência e vamos continuar fazendo desde o setor privado para que possamos ser competitivos no mundo”, afirmou.
Deyá reforçou a importância de tratar o turismo como atividade econômica central: “Se não falarmos de números, se não falarmos de movimentação econômica, se não falarmos de economia, se não falarmos de postos de trabalho, nossa indústria nunca será valorizada como deve ser.”
O dirigente destacou que o setor emprega mais de um milhão de trabalhadores e lembrou que, em 2024, houve avanço na separação estatística dos gastos no exterior. “Mais de 25% do que se gastava no exterior não era de turismo. Acho que deixar isso claro é o mais importante.”
Na abertura, Deyá também defendeu maior integração entre setor privado, Estado e províncias. “Trabalhemos juntos, como temos feito. O privado com o Estado, o Estado com as províncias. Entre todos, vamos fazer desta atividade o que sabemos que é.”
A FIT 2025 reúne 1.700 expositores e representantes de mais de 60 países, além de todas as províncias argentinas. Portugal é o país convidado de honra.
*O M&E viaja com proteção da GTA e apoio da Shift Mobilidade.







