
O M&E entrou em contato com a Aerolíneas Argentinas para obter respostas relativas às medidas restritivas impostas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) à companhia argentina. De acordo com a empresa, o seu Departamento Jurídico “está trabalhando na análise da medida e na elaboração das respostas necessárias”.
“O mais importante é transmitir tranquilidade aos operadores turísticos, à indústria em geral e aos passageiros, já que a medida não implica nenhum impacto imediato nos voos programados nem nas rotas existentes”, esclarece o informe de Aerolíneas Argentinas.
A Anac determinou nesta quinta-feira (26) que a Aerolíneas Argentinas está impedida de abrir novas bases de operação no país e também o aumento de frequências em cinco aeroportos brasileiros. Os terminais afetados pelas restrições são Brasília, Galeão no Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba e Florianópolis.
A empresa segue autorizada a operar nas bases atuais e manter os voos já em funcionamento, mas não poderá ampliar sua atuação até que regularize pendências apontadas em fiscalizações realizadas pela agência reguladora.
Segundo a Anac, a medida tem caráter provisório e foi adotada após constatação de não conformidades que permanecem sem correção por parte da companhia aérea.







