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Agências e Operadoras / Política / Tecnologia

Braztoa promove palestras sobre Cyberataques e Lei Geral de Proteção de Dados

O encontro foi pensado com o intuito de contribuir para que tais temas estejam nos radar das suas associadas. (Divulgação)

O encontro foi pensado com o intuito de contribuir para que tais temas estejam nos radar das suas associadas. (Divulgação)

A Braztoa recebeu, na última semana, representantes da Oracle e da A2F para abordarem dois temas de grande relevância: Cyberataques e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPG- Lei nº 13.709/2018), que entra em vigor em exatos 400 dias.

O encontro foi pensado com o intuito de contribuir para que tais temas estejam nos radar das suas associadas, bem como das demais entidades do setor de agenciamento, que foram igualmente convidadas para a apresentação. Além dos cuidados necessários quando o assunto é exposição digital, todas as empresas deverão se adequar às novas regras de coleta, armazenamento e uso de informações de seus clientes – incluindo dados pessoais, como nome, idade, gênero, endereço, e-mail e CPF, entre outros.

“Uma das funções da Braztoa é auxiliar seus associados a se manterem atualizados e seguros nos seus negócios. As empresas estão atuando cada dia mais de forma digital e precisam acompanhar de perto as transformações, que são constantes. A Lei Geral de Proteção de Dados traz consigo muitos desafios de adequação e quanto mais conhecerem o tema, maior facilidade todos terão para lidar com ele. Por isso, promovemos esse debate com a antecedência necessária para que os ajustes sejam feitos por todos da melhor maneira possível”, disse Roberto Nedelciu, presidente da Braztoa.

Na prática, a LGPD coíbe o uso indiscriminado de dados pessoais informados por meio de cadastros. Exige, entre outras coisas, que as empresas passem a ter consentimento prévio dos clientes para uso de seus dados e que os consumidores tenham o direito de saber como e para qual finalidade específica suas informações serão utilizadas.

“Estudos indicam que 74% das empresas atualizam seus sistemas a cada 3 meses ou mais, e algumas passam anos sem fazer qualquer tipo de mudança. Quanto mais isso ocorre, mais suscetíveis a ataques esses negócios estão”, disse Alexandre Sousa, da Oracle Linux.

“Com a Lei Geral de Proteção de Dados em vigor, as empresas que captarem os dados dos seus clientes precisam estar preparadas para serem responsáveis pelo seu uso por toda a cadeia envolvida, desde a coleta, arquivo, transferência, backups e eliminação”, acrescentou Carlos Alcoba, gerente Comercial da A2F.

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