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Agências e Operadoras / Turismo em Dados

CVC Corp soma R$ 3 bilhões em reservas confirmadas no primeiro semestre

Leonel Andrade, CEO da CVC

Leonel Andrade, CEO da CVC

A CVC Corp divulgou nesta sexta-feira (13) os resultados referentes ao segundo trimestre e ao primeiro semestre de 2021. As Reservas confirmadas chegaram a R$ 1,67 bilhão no 2T21, um crescimento de 25,4% em relação ao primeiro trimestre de 2021, cerca de 680% a mais do que no 2T20. As Reservas Confirmadas equivaleram a 39% do montante reportado no 2T19, com destaque para junho, 50% na comparação com o mesmo mês de 2019.

No primeiro semestre, as Reservas Confirmadas somaram R$ 3 bilhões, uma queda de 13,5% em relação aos primeiro seis meses de 2020 (R$ 3,47 bilhões). As Reservas Totais, por sua vez, se mantiveram praticamente estáveis comparadas ao 1T21 fruto das restrições de viagens impostas pela segunda onda da Covid-19, em especial no Brasil, e somaram R$ 2,77 bilhões, queda ante os R$ 4,2 bilhões registrados no 1S20.

As Reservas Totais se mantiveram praticamente estáveis comparadas ao 1T21 fruto das restrições de viagens impostas pela segunda onda da Covid-19, em especial no Brasil, e somaram R$ 2,77 bilhões

Segundo a CVC, houve uma retração nos embarques de passageiros no Brasil devido ao aumento dos efeitos da 2ª onda da Covid-19 nos meses de abril e maio, fazendo com que Reservas Totais tivessem um desempenho inferior em relação às Reservas Confirmadas no 2T21, que por sua vez tiveram crescimento frente ao trimestre anterior por reaquecimento de vendas e planos de viagens de clientes decorrentes da aceleração da vacinação nos mercados de Brasil e Argentina, com retomada gradual de atividades e forte demanda pelo turismo de lazer doméstico no Brasil e internacional na Argentina.

A Receita Líquida do 2T21 (R$ 115,5 milhões) foi inferior ao 1T21 (R$ 165,9 milhões), impactada, segundo a CVC, por menores embarques no Brasil, maior mix de embarque de reservas efetuadas antes do período de pandemia com margens menores e por custos adicionais com reembolsos de bilhetes aéreos que se iniciarem no trimestre. 86O prejuízo líquido ajustado no trimestre, por sua vez, chegou a R$ 176,2 milhões, 108,9% a mais do que no primeiro trimestre, mas 20,4% a menos do que no 2T20 (R$ 221,4 milhões), enquanto no primeiro semestre chegou a R$ 260,5 milhões, aumento de 21,5% em relação aos R$ 332,1 milhões de prejuízo no 1S20. Já o EBITDA Ajustado foi negativo em R$ 130,8 milhões, por efeitos na receita e impacto de pedidos de reembolsos.

A dívida bruta da companhia permaneceu praticamente inalterada em relação ao 1T21, ao passo que a dívida líquida ao final do 2T21 era de R$ 717,9 milhões, ante R$ 600,2 milhões no trimestre anterior

CVC Brasil tem R$ 1,46 bi de Reservas Confirmadas

Marcas da CVC Corp passam a oferecer o novo produto

Reservas confirmadas no segmento B2B totalizaram R$ 670,5 milhões no 2T21, aumento de 569,6% em relação ao mesmo período do ano anterior

No Brasil, as Reservas Confirmadas da CVC Corp no trimestre chegaram a R$ 1,46 bilhão, aumento de 21% em relação ao 1T21 e de 728,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. No segmento B2C, houve aumento de 14,4% no 2T21 em comparação ao 1T21, totalizando R$ 790,4 milhões, favorecidas pelo avançar do programa de vacinação no país e que tem sido determinante para o aumento da demanda do turismo doméstico.

Para as viagens internacionais, observou-se rápida reação de demanda conforme restrições fronteiriças mais severas vão sendo retiradas. As reservas confirmadas no segmento B2B totalizaram R$ 670,5 milhões no 2T21, aumento de 29,7% vs 1T21 e de 569,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, devido ao reaquecimento de nichos, ganho de market share e aumento do terrestre no mix de venda.

No primeiro semestre de 2021 houve queda das reservas confirmadas em 6,6% na comparação com o 1S20, essencialmente por menor demanda por viagens corporativas em 2021, notadamente na comparação entre o primeiro trimestre desses anos.

Durante o 2T21 foram embarcados aproximadamente 1,5 milhão de passageiros ante aproximadamente 1,6 milhão no 1T21 (recuo de 8,6%) e 300 mil no mesmo período do ano anterior

Durante o 2T21 foram embarcados aproximadamente 1,5 milhão de passageiros ante aproximadamente 1,6 milhão no 1T21 (recuo de 8,6%) e 300 mil no mesmo período do ano anterior. O embarque de passageiros no trimestre foi impactado principalmente pelos efeitos da segunda onda da Covid-19, que resultou em suspensão temporária de vendas não aéreo com período de embarque curto e suspensão temporária de vendas internacionais por conta do fechamento das fronteiras.

A redução do número de passageiros, entretanto, tem sido compensada por maior ticket médio, atingindo R$ 794,9 no 2T21, contra R$ 771,8 no 1T21. O número de passageiros embarcados manteve-se praticamente inalterado no primeiro semestre de 2020 e 2021. Já as reservas totais no 2T21 recuaram 5,8% em comparação com o 1T21, totalizando R$ 1,18 bilhão.

757No B2C houve recuo de 24,1% frente o 1T21 dado principalmente em virtude das restrições de circulação impostas pela segunda onda do Covid-19, enquanto que o B2B apresentou crescimento de 16,6% em relação ao 1T21 com sinais de retomada de viagens corporativas e maior busca por destinos nacionais.

A Receita Líquida das operações do Brasil apresentou queda de 39,8% em comparação ao 1T21 e aumento substancial em relação ao 2T20, totalizando R$ 90,2 milhões. No 2T21, a receita foi impactada pelo menor número de embarques devido ao aumento dos efeitos da pandemia da Covid-19 nos meses de abril e maio e manutenção de restrições de circulação para turistas brasileiros fora do Brasil, principalmente nos Estados Unidos e Europa.

A Receita Líquida das operações do Brasil apresentou queda de 39,8% em comparação ao 1T21 e aumento substancial em relação ao 2T20, totalizando R$ 90,2 milhões.

A margem da CVC Lazer foi de 8,0% no 2T21, ante 14,8% no 1T21, pelo impacto negativo da maior participação de embarques de vendas realizadas pré-pandemia da CVC, cujo take rate é, ao menos, 10 p.p. inferior às vendas correntes, e também, em menor magnitude, por volume maior de multas e perdas com cancelamentos, em especial no início do trimestre.

O saldo de remarcação das reservas e dos serviços que foram adiados por causa da pandemia era de R$ 906,1 milhões no final do 2T21, R$ 38,9 milhões inferior ao saldo final de março, enquanto que os pedidos de reembolsos totalizavam R$ 156,7 milhões, saldo de R$ 24,7 milhões acima do observado ao final do 1T21.

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