Marcelo Linhares, CEO da Onfly (Divulgação/Onfly)
Para reverter esse custo, Onfly lança cashback que transforma economia gerada pelo funcionário em saldo para viagens pessoais (Divulgação/Onfly)

Em 2025, mais de 570 mil reservas foram realizadas fora da política de viagens corporativas, que custaram cerca de R$252 acima da média e geraram um custo estimado em R$ 145,9 milhões a mais para as empresas, de acordo com a Onfly, maior travel tech B2B da América Latina. Esse cenário destaca a ausência de incentivos para que os passageiros considerem pontos relevantes no momento de reservar seus deslocamentos, deixando de lado aspectos que poderiam beneficiar o próprio profissional.

Na maioria das viagens empresariais, a forma mais comum de obter algum benefício em viagens a trabalho é optar por reservas mais caras na busca de uma qualidade que o passageiro não teria se tivesse que arcar do próprio bolso, já que o sistema de acúmulo de pontos e cashback ainda é restrito entre companhias corporativas. Mas, a Onfly têm buscado inverter essa lógica ao incentivar escolhas que trazem retornos visíveis e, para isso, lançou seu próprio sistema de cashback.

A solução da Onfly é pioneira no Brasil

Nas viagens a trabalho realizadas por meio da companhia, ao não ultrapassar os limites estabelecidos pela empresa, o colaborador recebe de volta uma porcentagem do valor economizado em uma carteira digital própria. O saldo, de uso pessoal, pode ser utilizado posteriormente na Onhappy, a plataforma de viagens a lazer criada há 2 anos pela Onfly. Essa solução da travel tech é pioneira no mercado brasileiro e, junto à volatilidade de preços de passagens aéreas por conta dos conflitos geopolíticos, auxilia os negócios que contemplam viagens no escopo de trabalho a economizar e compensar seus funcionários.

Para Marcelo Linhares, CEO da Onfly, os benefícios para empresas e contratados nem sempre acontecem porque a lógica tradicional dos deslocamentos empresariais desconsidera o comportamento natural do usuário. “Existe um acordo não escrito: o dinheiro é corporativo, mas a viagem é do colaborador. Quando o custo não sai do próprio bolso, os critérios de escolha mudam. Dentro das regras, o viajante tende a optar por mais conforto, como voos diretos, melhores hotéis ou categorias superiores (mais caras) de transporte”, conta.

Segundo o CEO, o desafio está na forma como o sistema foi estruturado ao longo do tempo. “Historicamente, nunca houve uma preocupação em alinhar os interesses da corporação e dos funcionários. Ao criar mecanismos que recompensam escolhas mais eficientes, é possível mudar essa dinâmica. A ideia é que quem sabe aproveitar quando a corporação paga também possa se beneficiar ao gerar economia para ela. Não se trata de um bônus, mas de uma evolução na forma de pensar a gestão de viagens corporativas”, explica.

Agora, com essa funcionalidade, a Onfly amplia o controle e reduz custos, enquanto os colaboradores passam a ter um incentivo para seguir as diretrizes, o que reduz atritos na gestão e aumenta a aderência às políticas oferecidas. Por isso, para Vinicius Lima, CMO da Onfly, a iniciativa fortalece o vínculo com os usuários.

“Esse ciclo de cuidado e sinergia entre Onfly, uma solução para empresa, e Onhappy, uma plataforma para pessoas, cria um senso de pertencimento que transforma nossos usuários em promotores orgânicos da marca. Afinal, quem não se sente valorizado e incentivado quando realmente é beneficiado por ajudar a empresa onde trabalha?”, ressalta Vinicius.

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