
A Air Canada divulgou os resultados financeiros do quarto trimestre e do ano de 2025 e apresentou projeções para 2026. Já para o primeiro trimestre planeja aumentar sua capacidade operacional em aproximadamente 2,5% em relação ao mesmo trimestre de 2025.
Principais Premissas
A Air Canada baseou suas projeções em algumas premissas, incluindo crescimento moderado do PIB canadense em 2026. A empresa assume que o dólar canadense será negociado, em média, a C$ 1,36 por dólar americano ao longo de 2026, e que o preço do combustível de aviação será, em média, C$ 0,90 por litro no ano.
A companhia celebrou cartas de intenção não vinculantes para até US$ 2 bilhões em operações de sale-leaseback previstas para conclusão em 2026 e 2027, sujeitas à formalização de contratos definitivos e ao cumprimento das condições usuais. Para as projeções de 2026, a Air Canada considera a execução de US$ 1 bilhão dessas transações no próprio ano.
As projeções constituem informações prospectivas nos termos da legislação de valores mobiliários aplicável e estão sujeitas a riscos e incertezas relevantes, incluindo decisões governamentais e incertezas relacionadas à imposição (ou ameaça de imposição) de tarifas sobre exportações ou importações canadenses e seus impactos na economia canadense, norte-americana e global, bem como na demanda por viagens.
“Ao olharmos para 2026, estamos encorajados pelo forte ritmo das reservas e pelas oportunidades criadas por nossa próxima fase de investimentos em frota. Ao mesmo tempo, permanecemos firmemente focados na gestão de custos, produtividade, geração de caixa e preservação da flexibilidade do balanço patrimonial. A Air Canada inicia 2026 em uma posição de força e seguimos comprometidos em criar valor sustentável para nossos clientes, colaboradores e acionistas”, concluiu o Sr. Rousseau.
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Resultados do Quarto Trimestre de 2025 da Air Canada
- Receitas operacionais de US$ 5,770 bilhõesDespesas operacionais de US$ 5,446 bilhõesLucro operacional de US$ 324 milhões, com margem operacional de 5,6%, e LAJIDA ajustado de US$ 867 milhões, com margem LAJIDA ajustada de 15,0%
- Lucro antes do imposto de renda de US$ 342 milhões e lucro ajustado antes dos impostos de US$ 244 milhões
- Lucro líquido de US$ 296 milhões e lucro diluído por ação de US$ 1,00
- Lucro líquido ajustado de US$ 191 milhões e lucro ajustado diluído por ação de US$ 0,65
- CASM ajustado de 15,34 centavos
- Fluxo de caixa líquido das atividades operacionais de US$ 423 milhões e fluxo de caixa livre negativo de US$ 478 milhões
“A Air Canada encerrou 2025 com um sólido quarto trimestre, registrando receitas recordes de US$ 5,8 bilhões e alcançando forte crescimento dos lucros em relação ao ano anterior. No acumulado do ano, geramos US$ 918 milhões em lucro operacional e US$ 3,1 bilhões em LAJIDA ajustado. Esses resultados refletem nossas ações disciplinadas ao longo do ano, a força de nossa estratégia comercial, a fidelidade de nossos clientes e, acima de tudo, a dedicação e o profissionalismo de nossos colaboradores. Quero agradecê-los sinceramente por seu trabalho árduo em um ano desafiador e durante o frio intenso e as nevascas recordes das recentes tempestades”, afirmou Michael Rousseau, Presidente e CEO da Air Canada.
Resultados financeiros completo de 2025
- Receitas operacionais de US$ 22,372 bilhões
- Despesas operacionais de US$ 21,454 bilhões
- Lucro operacional de US$ 918 milhões, com margem operacional de 4,1%, e LAJIDA ajustado de US$ 3,124 bilhões, com margem LAJIDA ajustada de 14,0%
- Lucro antes do imposto de renda de US$ 789 milhões e lucro ajustado antes dos impostos de US$ 658 milhões
- Lucro líquido de US$ 644 milhões e lucro diluído por ação de US$ 1,86
- Lucro líquido ajustado de US$ 471 milhões e lucro ajustado diluído por ação de US$ 1,47
- CASM ajustado de 14,72 centavos
- Fluxo de caixa líquido das atividades operacionais de US$ 3,657 bilhões e fluxo de caixa livre de US$ 747 milhões
- Dívida de longo prazo e passivos de arrendamento de US$ 11,576 bilhões e índice de alavancagem de 1,7x
“Entregamos esses resultados ao mesmo tempo em que administramos de forma eficaz mudanças nas tendências de demanda, uma paralisação trabalhista no verão e a contínua incerteza macroeconômica e geopolítica. Mantivemos nosso foco na confiabilidade operacional, avançamos em nossas iniciativas de redução de custos e geramos sólido fluxo de caixa livre, reforçando a resiliência do nosso modelo de negócios e apoiando uma alocação disciplinada de capital, incluindo recompras relevantes de ações.”







