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Número de passageiros transportados pela Gol cresceu 49,5% e atingiu 6,7 milhões, equivalente a 73,4% do 1T19

A Gol divulgou os resultados operacionais e financeiros referentes ao primeiro trimestre de 2022, com destaque para a venda de passagens que superou o período pré-pandemia (particularmente em março, com volume 60% maior, impulsionado pela forte recuperação do mercado corporativo). Destaque também para os melhores resultados operacionais desde o início da pandemia, com margem EBIT de 5,6% e margem EBITDA de 16,8%.

Com relação aos resultados financeiros, a receita líquida da companhia mais do que dobrou no 1T22, chegando a R$ 3,2 bilhões. A receita auxiliar, alavancada por Smiles e Gollog, cresceu 37,9% para R$ 209 milhões. Já o lucro líquido da companhia foi de R$ 2,6 bilhões (lucro por ação de R$ 6,58), enquanto a geração de caixa operacional totalizou R$ 1,8 milhão por dia. Por fim, a liquidez atingiu R$3,3 bilhões ao fim do trimestre.

Paulo Kakinoff, presidente da Gol
Paulo Kakinoff, presidente da Gol, reafirmou capacidade da Gol de emergir da crise criada pela pandemia

Já com relação aos resultados operacionais, a demanda cresceu 46,5%, enquanto a oferta acompanhou o ritmo e subiu 44,4%. Isto fez com que a taxa de ocupação crescesse 1,1 p.p para 81%. A taxa de ocupação doméstica, por sua vez, evoluiu 1,3 pp para 81,2%, enquanto a taxa de ocupação internacional totalizou 75,6%. Por fim, o número de passageiros transportados pela Gol cresceu 49,5% e atingiu 6,7 milhões, equivalente a 73,4% do 1T19.

“Nossa capacidade de emergir de uma das piores crises da história do setor aéreo como uma empresa mais competitiva e com bons resultados é uma prova do nosso flexível modelo de negócios, que nos permite rápida adaptação à dinâmica atual do mercado. Quando combinadas com a execução de nossa experiente Equipe de Águias, essas vantagens competitivas continuarão a impulsionar o crescimento sustentável de nossas vendas no longo prazo”, disse Paulo Kakinoff, presidente da Gol.

Mais destaques:

  • A utilização das aeronaves foi de 11 horas por dia, um ganho de 13,4% na produtividade;
  • A Receita Líquida por Assento-Quilômetro Ofertado (RASK) evoluiu 42,2% para R$ 31,85;
  • O yield médio por passageiro cresceu 45,2% e registrou um recorde de R$ 36,77 para um primeiro trimestre;
  • O Custo por Assento-Quilômetro recorrente aumentou em 6,5% para R$ 30,06. O CASK Combustível cresceu 47,4% para R$ 11,93, devido à majoração de 60% nos preços do querosene da aviação (QAV);
  • O EBIT recorrente totalizou R$ 181,4 milhões, enquanto o EBITDA recorrente foi de 542,2 milhões
  • Quinto trimestre consecutivo de elevado yield por passageiro, atingindo um recorde de R$ 36,77 para um primeiro trimestre;
  • A companhia recebeu oito novas aeronaves Boeing 737 MAX-8 no trimestre.unnamed (1)