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O carregador portátil pertencia a Camiel Eurlings, ex-CEO da KLM (Divulgação/KLM)

Um power bank pegou fogo durante o voo KL735 da KLM entre Amsterdã, na Holanda, e Curaçao, no dia 17 de setembro, e levou o piloto a retornar ao Aeroporto de Schiphol. O incêndio ocorreu cerca de cinco horas e meia após a decolagem, quando a aeronave sobrevoava o Atlântico, e foi controlado pela tripulação. Depois de aproximadamente 11 horas no ar, o avião pousou novamente na capital holandesa.

O carregador portátil pertencia a Camiel Eurlings, ex-CEO da KLM. Segundo as informações disponíveis sobre o incidente, o dispositivo estava com o executivo enquanto ele dormia. Eurlings sofreu ferimentos leves. Após o pouso em Schiphol, os passageiros foram desembarcados e reacomodados em outros voos.

As regras da companhia permitem o transporte de até dois carregadores portáteis a bordo, mas determinam que os aparelhos permaneçam na bagagem de mão e em local visível. A companhia também proíbe o uso e o carregamento dos dispositivos durante o voo.

Camiel Eurlings comandou a KLM entre 2014 e 2016. Antes de assumir a direção da companhia aérea, foi ministro dos Transportes da Holanda. Atualmente, é sócio da Knighthood Global Limited, empresa com escritórios em Abu Dhabi, Genebra e Malta.

Segundo caso envolvendo power bank na KLM

O episódio é o segundo registrado em um voo da empresa envolvendo um carregador portátil em pouco mais de um ano. Em agosto de 2025, um power bank armazenado no compartimento de bagagem de mão pegou fogo em uma aeronave com destino a São Paulo. Na ocasião, a cabine foi tomada por fumaça e o voo também precisou retornar a Amsterdã. 

*Com informações do UOL.