
A Boeing nomeou Celso Ferrer como presidente da Boeing América Latina e Caribe, efetivo a partir de 4 de setembro de 2026. Nesta posição, ele será responsável por fortalecer as operações, a estratégia e a presença da Boeing em toda a região, além de apoiar as oportunidades de crescimento da empresa na América Latina e no Caribe.
“Celso traz experiência, habilidades de liderança e conhecimento excepcionais para esta posição”, disse o Dr. Brendan Nelson AO, presidente da Boeing Global. “Com mais de 20 anos de experiência na indústria da aviação, Celso é a pessoa certa para enfrentar os deasfios e as oportunidades que essa dinâmica e importante região representa para a Boeing.”
Trajetória antes da Boeing
Antes de ingressar na Boeing, Ferrer atuou por quatro anos como CEO da GOL Linhas Aéreas, companhia na qual iniciou sua carreira como estagiário. Antes de ocupar a posição de CEO, ocupou o cargo de Chief Operating Officer, liderando as áreas de Operações, Segurança Operacional, Aeroportos, Planejamento, Malha Aérea, Cadeia de Suprimentos e Frota. Anteriormente, ele foi Vice-Presidente de Planejamento por cinco anos, tendo ampla experiência em Precificação e Parcerias. Ele também é um piloto de linha aérea experiente e atualmente habilitado, e fez parte da tripulação de voo da Gol na frota Boeing 737.
“É um grande prazer e, ao mesmo tempo, um privilégio ter a oportunidade de me juntar à Boeing durante um período de expansão em uma região tão dinâmica quanto a América Latina”, disse Celso Ferrer, Presidente da Boeing América Latina e Caribe. “Estou honrado pela confiança que a empresa depositou em mim e encaro com entusiasmo os desafios e as oportunidades que virão neste novo capítulo da minha carreira.”
Despedida da Gol
Ao longo de seus mais de 20 anos na Gol, Celso ocupou diversas posições estratégicas. Como CEO desde 2022, ele foi responsável pelo processo de reestruturação que fortaleceu a posição financeira e operacional da companhia, além de liderar sua integração ao Grupo Abra.
“Ao longo de mais de 20 anos nesta companhia, tive o privilégio de crescer ao lado de pessoas extraordinárias, compartilhar desafios, superar momentos difíceis e celebrar conquistas que ajudaram a construir a história da aviação brasileira“.

Resultados de julho
O desempenho da Boeing de julho foi puxado principalmente pela família 737 MAX, responsável por 39 das 53 aeronaves entregues pela Boeing no mês. O modelo representa a maior parcela da produção comercial entregue pela fabricante e manteve a liderança também no acumulado de 2026.
O programa 787 Dreamliner respondeu por outras 10 aeronaves entregues em julho. A Boeing também registrou a entrega de três unidades do 767 e de um 777 Freighter, aeronave voltada ao transporte de cargas.
No acumulado entre janeiro e julho, a Boeing entregou 282 aeronaves da família 737. O 787 Dreamliner aparece na sequência, com 50 unidades entregues no período. A fabricante também entregou 19 aeronaves 767 e 16 aviões da família 777 nos sete primeiros meses do ano.
Panorama do ano
A Boeing encerrou os sete primeiros meses de 2026 com 367 aeronaves entregues, 39 unidades a mais do que as 328 registradas no mesmo intervalo de 2025. O crescimento de aproximadamente 12% ocorre após um julho em que a fabricante também apresentou avanço no número de entregas. Foram 53 aeronaves entregues no mês, cinco a mais que as 48 contabilizadas em julho do ano anterior.
A evolução mensal, porém, representa apenas um recorte do desempenho anual. O resultado acumulado reúne diferentes programas e modelos e permite acompanhar o ritmo de produção e entrega da fabricante ao longo de 2026.
Entre janeiro e julho, a Boeing entregou 282 aeronaves da família 737, 50 unidades do 787, 19 do 767 e 16 da família 777. Somados, os quatro grupos chegam às 367 aeronaves entregues pela companhia no período.







