
Os Estados Unidos intensificaram suas ações militares na América do Sul, com ataques a alvos na Venezuela e uma presença mais ampla de forças na região, em uma série de operações que já provocam alertas em países vizinhos e preocupações diplomáticas.
No início de janeiro de 2026, a operação denominada Absolute Resolve envolveu ataques aéreos em Caracas e arredores, além da captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, levados pelos EUA para Nova York para responder a acusações federais, segundo relatos de fontes internacionais.
Além disso, a Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) emitiu avisos para companhias aéreas sobre possíveis atividades militares ao sobrevoar partes da América Central e do Sul, incluindo México, Equador e Colômbia, num período de 60 dias — reflexo das tensões crescentes na região.
As ações fazem parte de um esforço mais amplo dos EUA, que vêm expandindo operações contra supostos alvos ligados ao narcotráfico e reforçando presença militar no sul do Caribe e leste do Pacífico, o que inclui bloqueios de embarcações e apreensões de petroleiros vinculados à Venezuela.
Governos e líderes políticos de países vizinhos vêm reagindo às ofensivas, considerando questões de soberania e estabilidade regional, enquanto analistas alertam para potenciais desdobramentos diplomáticos e impactos no cenário hemisférico.







