O Ministro do Turismo de Vêneto, Marino Finozzi e o Cônsul da Itália, Mario Panaro na coletiva de imprensa no RJ
O Ministro do Turismo de Vêneto, Marino Finozzi e o Cônsul da Itália, Mario Panaro na coletiva de imprensa no RJ

A Itália tem muitos mais a oferecer do que os destinos mais conhecidos, como Roma, Milão ou Florença. A região do Vêneto, que tem Veneza como principal destino turístico, possui uma enorme variedade de atividades e lugares encantadores prontos para serem descobertos.

Com 5 milhões de habitantes, o Vêneto gera para economia italiana 11 bilhões de euros e recebe cerca de 16 milhões de turistas – com o objetivo de alcançar o número de 20 milhões em 2020. O número de brasileiros por lá ainda é baixo, em torno de 180 mil. Porém, segundo o Ministro do Turismo de Vêneto, Marino Finozzi, isso ocorre porque no início de 1800 muitos italianos desta região migraram para o sul do Brasil e, por isso, os brasileiros teriam nacionalidade italiana, causando assim o baixo registro de brasileiros.

A principal cidade da província e internacionalmente conhecida como destino desejo de 9 entre 10 casais é Veneza. Famosa por suas gôndolas, os canais, a comida, o clima de romance, a cidade faz jus ao sucesso. Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, a cidade é conhecida ainda pelo Festival de Cinema, Bienal das Artes, Carnaval de Veneza e cassinos, além dos passeios românticos.

Vêneto oferece atividades para todos os tipos de visitantes. O principal é o turismo religioso, mas possui outras opções tão importantes quanto, como o turismo cultural – pelas Vilas Vênetas -, de golfe, cicloturismo e o enogastronômico, com as Estradas do Vinho e dos produtos típicos.

A região do Vêneto tem raízes cristãs e é lá que está a Igreja de Santo Antônio, santo muito conhecido pelos brasileiros, e em Veneza encontramos a Basílica de San Marco. Possui uma variedade de pequenas igrejas que trazem consigo grande arte sacra. Tanto é que um dos pontos altos do turismo religioso é o Vêneto dos Papas. Percurso que mostra onde viveram alguns dos papas que nasceram ou escolheram viver na região.

O cicloturismo é uma modalidade que, apesar de nova na região, já conta com 1,2 km de ciclovia e vem se destacando cada vez mais entre os turistas. O Slow Bike, onde é possível chegar a diversos pontos turísticos, Mountain Bike, montanhas e percursos mais difíceis e Giro d’Itália, um percurso que acontece todo ano por toda a Itália. E conta também com o Bike Hotel, que tem um menu especial para atletas e pequenas oficinas. Marino Finozzi, afirma, “há lugares, não só para alugar bike, mas também para alugar transfer de chegada e partida até o local da largada.”

Na enogastronomia, Vêneto é referência na produção de vinho – com 75 mil hectares de vinhedos – e a maioria tem certificado de excelência, entre os quais estão o Prosecco e Amarone.

No setor de hotelaria, 53% dos turistas se hospedam em hotéis de categoria 4 estrelas e o local oferece também outros dois tipos de hospitalidade. O de saúde, como casas de recuperação, e de bem estar, spas.

Para o Ministro, Marino Finozzi, o tempo ideal para conhecer o Vêneto depende da oferta e da disponibilidade do visitante, “Se quiser conhecer toda a região, levaria semanas e semanas. Mas acredito que de 10 a 15 dias você consegue ter um conhecimento bem completo do que temos a oferecer.”
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Thalita Cardoso