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Mobility reduz custos e redesenha modelo de negócio

Oskar Kedor, CEO da Mobility

Oskar Kedor, CEO da Mobility

A Mobility foi obrigada a se reinventar depois de ver o seu modelo de negócio ser impactado pela pandemia, derrubando em 76% o faturamento da empresa no exercício de 2020. O CEO da Mobility, Oskar Kedor, explicou que a empresa se viu impelida a reavaliar seus custos para adequá-los à realidade que se impôs. Com isso, foi obrigada a mudar de endereço, reduzir espaços e dispensar colaboradores, algo lamentado pelo executivo.

“Precisávamos reduzir a pressão dos custos enquanto buscávamos soluções para readquirir o equilíbrio e avançar com a empresa”, conta Kedor. “Era para parar ou mudar. O setor de turismo praticamente parou e, como consequência, o aluguel de carros, que era o centro do nosso negócio”, explicou Oskar

Para o “novo” normal, a Mobility redesenhou o seu modelo de negócio, ampliou seu campo de atuação e apontou o foco para o mercado interno. “Acreditamos na expansão do transporte individual que, dessa vez, não será com base na posse do veículo, mas sim pelo seu compartilhamento”, aponta o CEO.

O marco inicial dessa nova fase da Mobility foi o contrato de exclusividade firmado com a Kinto Share, marca global da Toyota, já presente e ativa em 29 países, como divulgado pelo M&E. A Kinto, agora no marketplace Mobility, oferece seus carros por meio de diferentes modalidades de contrato: assinatura, mensal, eventual e por hora.

Apesar das novidades e das excelentes perspectivas, o CEO da Mobility não acredita numa recuperação rápida dos negócios. Para ele, o avanço acontecerá de forma relativamente lenta, porém segura, na maior parte de 2021. “A curva de recuperação deve se apresentar no último trimestre do ano, já apontando para um exercício bem melhor em 2022”, afirma.

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