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Companhia aérea transportou 4,4 milhões de passageiros, atingiu load factor de 85% e reforçou rede com novas rotas (Divulgação/TAP)

A TAP encerrou o segundo trimestre de 2025 com lucro líquido de €37,5 milhões, revertendo um início de ano mais difícil e reforçando a trajetória de recuperação financeira. Entre abril e junho, a companhia registrou crescimento de 1,7% nas receitas operacionais, que somaram €1,13 bilhão, impulsionadas principalmente pelo aumento de 3,1% nas vendas de passagens. O EBITDA recorrente foi de €256,3 milhões (margem de 23%), enquanto o EBIT recorrente atingiu €136,5 milhões (margem de 12%).

No período, a TAP transportou 4,4 milhões de passageiros, alta de 4,5% em relação ao mesmo trimestre do ano passado, e operou cerca de 30 mil voos. A capacidade aumentou 4,8% e o fator de ocupação (load factor) cresceu 2,3 pontos percentuais, alcançando 85%. Para reforçar a rede, a companhia reabriu rotas sazonais de Lisboa para Alicante, Ibiza, Menorca e Palma de Maiorca, além de retomar a ligação anual Lisboa–Porto Alegre. Também estreou novas rotas, como Lisboa–Los Angeles, Porto–Boston e Faro–Funchal.

O CEO da TAP, Luís Rodrigues, afirmou que a companhia “demonstrou resiliência e resultados operacionais sólidos, mesmo em um ambiente competitivo e marcado por desafios operacionais, como os constrangimentos nos aeroportos nacionais”. Ele destacou ainda que a prioridade é consolidar eficiência e sustentabilidade financeira, transformando a empresa em uma “companhia consistentemente rentável e atrativa”.

No acumulado do primeiro semestre de 2025, a TAP transportou oito milhões de passageiros, um aumento de 2,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Apesar do crescimento de 2,3% na capacidade e de 3,6% nos RPK, as receitas recuaram 1%, para €1,95 bilhão. O EBITDA recorrente foi de €259,2 milhões e o EBIT recorrente somou €17,3 milhões, refletindo a pressão do primeiro trimestre, mas já com sinais de recuperação no segundo. Veja o relatório completo aqui.