
O turismo brasileiro vive um momento histórico em 2025, com a chegada de quase 6 milhões de visitantes estrangeiros entre janeiro e julho, uma alta de 47,5% em relação ao ano passado, segundo a Embratur. O recorde reforça a posição do país como destino global e abre espaço para novas soluções digitais que fortaleçam operadoras, hotéis e agências.
Nesse cenário, o PayPal aposta no modelo de pagamento Buy Now, Pay Later (BNPL), que permite ao viajante parcelar hospedagens, passeios e serviços com aprovação imediata, sem necessidade de infraestrutura própria de crédito por parte do comerciante. A solução, já consolidada nos Estados Unidos e na Europa, começa a ganhar relevância no Brasil como diferencial competitivo, especialmente para empresas de pequeno e médio porte.
A modalidade combina conveniência para o turista com impacto direto nos negócios: aumenta taxas de conversão, eleva o ticket médio e reduz barreiras no fechamento de vendas. Dados globais do PayPal indicam que usuários de BNPL gastam, em média, 70% a mais em viagens, e que 74% das transações são realizadas por clientes recorrentes. Além disso, o ticket médio de compras com parcelamento é 61% superior ao registrado em outros meios de pagamento.
“Flexibilizar a forma como o consumidor paga sua viagem é um diferencial que pode se transformar em necessidade para quem atua no setor”, afirma Fernanda Silvério Ricci, Head de Vendas para Pequenas e Médias Empresas do PayPal Brasil. “Ao oferecer soluções familiares e acessíveis, damos ao turista estrangeiro mais liberdade para aproveitar sua estadia e, ao mesmo tempo, fortalecemos os negócios locais.”
Com integração automática ao PayPal Checkout, o BNPL dispensa investimentos técnicos adicionais, ampliando o alcance de hotéis, operadoras e agências. “A simplicidade de implementação do BNPL, aliada ao alcance global do PayPal, permite que hotéis, operadoras e agências ampliem seu potencial de mercado sem complexidade técnica. Essa é uma oportunidade que se soma ao crescimento histórico do turismo brasileiro e posiciona o setor para um novo ciclo de competitividade”, completa Fernanda.







