
A Azul divulgou um panorama inédito com dados e curiosidades sobre o comportamento dos clientes que voaram com a companhia ao longo de 2025. O levantamento reúne informações sobre hábitos de viagem, preferências de assentos, períodos de maior movimento e os destinos mais procurados para compras de última hora, tanto em rotas nacionais quanto internacionais.
De janeiro a dezembro, o público masculino representou 57% dos clientes que embarcaram com a Azul, enquanto as mulheres corresponderam a 43%. Em relação ao motivo das viagens, o lazer predominou, respondendo por 61% dos deslocamentos realizados no período, enquanto o segmento corporativo representou 39%, refletindo o equilíbrio entre turismo e negócios na malha da companhia.
O estudo também identificou os assentos mais disputados pelos clientes. Nos voos domésticos, a preferência pela janela foi dominante, escolhida por 45% dos passageiros. As poltronas 8A, 7A e 6A lideraram o ranking entre os assentos mais reservados no mercado nacional. Já nos voos internacionais, o corredor foi a opção mais popular, com mais de 54% da preferência, sendo o assento 22D o mais escolhido. Considerando o total de reservas internacionais, os assentos mais demandados foram 22A, 23A e 20A.
Outro destaque do levantamento foi a análise das compras de passagens feitas com menos de três dias de antecedência. Os destinos mais procurados nesse perfil de compra foram os três principais hubs da companhia: o aeroporto de Viracopos apareceu em primeiro lugar, seguido por Confins e Recife.
A Azul também mapeou os dias de maior movimento ao longo do ano. As quartas-feiras lideraram como o dia da semana com maior procura por passagens. Já a data com mais embarques em 2025 foi 22 de abril, uma quinta-feira logo após o feriado da Semana Santa. Curiosamente, as quintas-feiras também concentraram o maior número de voos perdidos pelos clientes ao longo do ano.
Para Daniel Bicudo, vice-presidente Comercial e de Negócios da Azul, os dados reforçam a importância de compreender o comportamento dos passageiros. Segundo ele, as informações levantadas contribuem para decisões estratégicas relacionadas à malha aérea, aos serviços e à personalização da experiência oferecida.







