
Depois de reconhecer que atualmente os cruzeiros marítimos deixaram de ser concorrentes diretos dos resorts e passaram a afetar os hotéis três estrelas; o presidente da Resorts Brasil; Rubens Régis defendeu hoje; durante palestra na CNC o aumento de 25% para 50% da mão de obra brasileira contratada nas rotas pela costa do país.
“Os custos e a própria legislação do Ministério do Trabalho favorece muito mais os cruzeiros em relação a questão da contratação de mão de obra na comparação do que se exige dos resorts. Isso não é justo já que empregamos quatro vezes mais”; defendeu
O dirigente também se manifestou a favor de uma regulamentação para o setor de cabotagem obrigando os cruzeiros a terem entre seus passageiros um mínimo de estrangeiros. “Na Europa voce tem que ter um mínimo de 80% e nos Estados Unidos é ainda pior a legislação. Aqui no Brasil além dos brasileiros só se vende cruzeiros para passageiros de alguns países do Cone Sul”.
Outra medida defendida por Rubens Régis foi em relação a redução na carga tributária dos resorts de modo a flexibilizar os custos. “As facilidades oferecidas aos cruzeiros não são as mesmas dada aos resorts e além do mais eles têm outras vantagens como cassino a bordo e duty free”; destacou em sua explanação.
O presidente da Resorts Brasil foi um dos convidados para falar sobre Turismo Nautico num dos debates promovidos pela Comissão de Turismo da CNC e que contou com as presenças de Oswaldo Trigueiros e Eraldo Alves da Cruz; respectivamente presidente e vice presidente do Conselho de Turismo da CNC; alem do diretor juridico do Centro de Capitães da Marinha Mercante; Paulo Sérgio Rocha de Lima; entre outros representantes do trade.
Reunião na CNC: contratação de mão de obra brasileira para cruzeiros em pauta






