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Destinos

Europa vai começar a cobrar taxa de turistas em maio de 2023; entenda

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A taxa se aplica apenas a viajantes provenientes de 62 países estrangeiros que atualmente desfrutam de acesso sem visto à União Europeia, como é o caso do Brasil

Como divulgado pelo M&E em maio, a União Europeia começará a cobrar uma taxa aos visitantes que chegam às 26 nações pertecentes à UE e ao espaço Schengen. O planejamento inicial era de que a cobrança começaria no segundo semestre deste ano, mas o bloco anunciou o lançamento de seu tão esperado programa European Travel Information and Authorization System (Etias) para maio de 2023.

Sendo assim, o Etias cobrará dos visitantes uma taxa de processamento e uma taxa de autorização para aqueles provenientes de países englobados pela medida. O programa registrará, pré-selecionará e monitorará visitantes estrangeiros, cobrando uma taxa de cerca de € 7 (R$ 39). O processo é feito online e não requer informações biométricas, e as aprovações serão recebidas em minutos, de acordo as autoridades.

“O programa registrará, pré-selecionará e monitorará visitantes estrangeiros, cobrando uma taxa de cerca de € 7 (R$ 39). O processo é feito online e não requer informações biométricas, e as aprovações são recebidas em minutos, de acordo as autoridades

A autorização Etias será válida para um número ilimitado de entradas ao longo de três anos. Embora uma data de início tenha sido anunciada como maio de 2023, nenhuma data para as inscrições foi definida. O “imposto do visitante”, segundo a União Europeia, tem o objetivo declarado do registro obrigatório da pré-triagem e das taxas associadas para assim ajudar a fortalecer a segurança das fronteiras da região.

A taxa se aplicará apenas a viajantes provenientes entre 18 e 70 anos provenientes de 62 países estrangeiros que atualmente desfrutam de acesso sem visto à União Europeia, como é o caso do Brasil, e países membros de Schengen, pondo a fim a gratuidade do turista brasileiro de visitar a Europa.

Além disso, o Etias usará a tecnologia para registrar, pré-selecionar e monitorar os visitantes estrangeiros, com um software cruzando seus perfis com listas de vigilância e bancos de dados do governo antes de emitir autorizações de entrada. Isso visa adicionar outra camada de proteção contra ameaças como crime, terrorismo e “migração irregular”. As informações dos visitantes coletadas no processo também serão direcionadas ao rastreamento de dados para fins de negócios e turismo.

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