Bateria do Salgueiro anima cerca de 400 convidados no Rio Othon
Bateria do Salgueiro anima cerca de 400 convidados no Rio Othon

Há três décadas o Othon mantem, sempre no sábado de Carnaval, a tradição da feijoada no reinado de Momo. E hoje não poderia ser diferente. Cerca de 400 pessoas aceitaram o convite para saborear quase 100 quilos de feijão e derivados preparados pelo chef Jean Yves. Como não poderia deixar de ser, a festa, no Rio Othon Palace teve como ponto alto a presença da bateria de uma escola de samba. “Este ano trouxemos o Salgueiro para animar nossa festa e nos últimos dois anos a escola convidada acabou sendo a campeã”, lembrou Tomás Ramos, diretor Comercial do grupo Othon.

Para o presidente do grupo, que no ano passado comemorou 70 anos, o fato de manter a tradição da feijoada no sábado de Carnaval já fez com que a festa já fosse incorporada pelos cariocas e turistas. Segundo Fernando Chabert, esta é a trigésima edição do evento. “Já são 30 anos com todo este sucesso e alegria e vamos continuar mantendo esta tradição”, adiantou o dirigente. Além de um buffet sortido com saladas, carnes do feijão, os foliões puderam saborear doces e uma variedade de bebidas incluídas no ingresso, como espumante, cerveja, caipirinha e refrigerantes.

PORTO BAY – Quem também festejou o carnaval com samba e feijoada foi o Porto Bay. Com vista para a praia de Copacabana, o restaurante do hotel, La Finestra, foi decorado com temas carnavalescos para oferecer ao público um buffet completo, com carnes separadas e sobremesa, preparado pelos chefs Luiz Pinheiro e Jaílson Domingues. O púbico, composto tanto por hóspedes quanto por não hóspedes, pôde aproveitar o almoço ao som de um grupo de samba ao vivo. Além disso, a animação maior da tarde ficou por conta das sambistas levadas ao hotel especialmente para o evento.

Apesar de ter conseguido um bom número de visitantes para a feijoada, enchendo o salão do restaurante La Finestra, o Porto Bay registrou uma ocupação abaixo da esperada para o carnaval. “A ocupação nesse carnaval está em torno de 70%, para menos. O motivo é uma junção de fatores que envolvem a data do carnaval, próxima a Copa do Mundo, e o próprio momento que o Brasil vive, com as recentes manifestações”, afirmou Helida Cristina, gerente de vendas do hotel. 

Luiz Marcos Fernandes / Lia Bianchini