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Aviação

Spirit Airlines rejeita oferta da JetBlue e abre caminho para fusão com Frontier

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Spirit Airlines rejeitou a oferta da JetBlue, justificando que a proposta não teria aprovação do Departamento de Justiça e de outros reguladores do governo

Em fevereiro, o M&E anunciou que as duas maiores companhias aéreas de baixo custo dos Estados Unidos iriam se fundir e formar a quinta maior transportadora do país. Os conselhos de Frontier Airlines e Spirit Airlines até aprovaram um acordo de US$ 2,9 bilhões, que também precisaria receber a aprovação antitruste do Departamento de Justiça e um voto final de aprovação dos acionistas da Spirit para entrar em vigor.

Em abril, a JetBlue entrou na jogada e apresentou uma proposta ao Conselho de Administração da Spirit para adquirir a companhia aérea por US$ 33 por ação em dinheiro, somando US$ 3,6 bilhões, um valor maior do que o acordo de US$ 2,9 bilhões com a Frontier. E nesta semana, a Spirit Airlines rejeitou a oferta da JetBlue, justificando que a proposta não teria aprovação do Departamento de Justiça e de outros reguladores do governo.

“Acreditamos que uma combinação de JetBlue e Spirit tem uma baixa probabilidade de receber autorização antitruste enquanto a aliança da JetBlue (NEA) com a American Airlines continuar existindo no Nordeste do País”, disse a Spirit em carta ao CEO da JetBlue, Robin Hayes.

Assim como aconteceria com a fusão com a Frontier, a Spirit e a JetBlue também criariam a quinta maior companhia aérea dos EUA, oferecendo opções de tarifas baixas que se contrapõem às oferecidas por American, Delta, United e Southwest. A fusão da JetBlue e da Spirit se basearia justamente na Aliança da JetBlue com a American Airlines com o Nordeste do país.

Se aprovado o negócio com a Frontier, 10 mil empregos diretos devem ser criados até 2026, além de uma economia anual de US$ 1 bilhão para clientes e mais de mil voos diários para mais de 145 destinos. E por conta de ambas utilizarem apenas aeronaves Airbus e nenhuma das duas dominarem um mercado em particular, a fusão tende a ser muito mais fluida, justamente pela padronização de frota e pela expansão da nova companhia de maneira equilibrada.

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