
Dubai, Abu Dhabi, Doha, Bahrain e uma ilha praticamente intocada no meio do Golfo Pérsico. Esse foi o cenário apresentado pelo MSC Euribia, que zarpou do porto de Dubai no início da semana com a missão de mostrar, na prática, como o Oriente Médio vem se consolidando como um dos roteiros mais interessantes do cruzeiro internacional.
Durante sete noites, o Mercado e Eventos está navegando por um itinerário que passa pelas principais cidades da região, combinando visitas a mesquitas monumentais, cidades antigas e grandes centros urbanos marcados por arranha-céus futuristas que surgem quase como miragens no meio do deserto.
Além do embarque tradicional em Dubai, a MSC apresentou uma novidade para o mercado brasileiro: a possibilidade de iniciar a viagem a partir de Doha, no Qatar, em um pacote mais premium, que inclui voo internacional, duas noites em hotel cinco estrelas, transfers e o mesmo cruzeiro de sete noites a bordo do MSC Euribia. A proposta é ampliar a experiência e permitir que o viajante conheça a capital do Qatar com mais calma antes de embarcar.
“O diferencial desse produto é justamente a experiência completa. O passageiro voa direto para Doha, fica duas noites em hotel cinco estrelas muito bem localizado, com todos os transfers incluídos, e depois embarca no mesmo navio, com o mesmo itinerário”, explicou a porta-voz da MSC Cruzeiros no Brasil.
O navio

Mais do que o roteiro, o MSC Euribia também se impõe como parte da experiência. Batizado em homenagem à deusa grega Eurybia, que dominava os ventos e os mares, o navio representa a aposta da MSC em tecnologia, sustentabilidade e design.
O grande diferencial está logo no primeiro olhar: o casco pintado com uma obra de arte assinada pelo artista alemão Alex Flämig, que venceu um concurso internacional promovido pela MSC para criar uma obra que representasse a dedicação da companhia à proteção do ecossistema marinho, com o tema #SaveTheSea. É a primeira vez que a MSC transforma o casco em uma galeria flutuante.
“Este, sem dúvida, é o grande destaque do navio, que é diferente de todos os outros. Ele traz a arte como identidade e isso marcou muito desde o lançamento”, disse a executiva.
Com 184 mil toneladas, capacidade para mais de 6,3 mil hóspedes e 2.419 cabines, o MSC Euribia pertence à classe Meraviglia, conhecida pelos grandes espaços internos e pela galeria central coberta por um teto de LED que muda de acordo com o clima do dia.
Experiências a bordo

Entre os pontos altos estão os restaurantes de especialidade, que vão do Hola! Tacos & Cantina, sucesso entre os hóspedes, até os japoneses Kaito Sushi Bar e Kaito Teppanyaki.
Outro destaque é o Le Grill, que mistura steakhouse com bistrô francês. “O Le Grill é uma novidade desse navio e tem sido um dos restaurantes mais elogiados, justamente por essa proposta diferente”, afirmou a porta-voz.
O navio também conta com um parque aquático completo, áreas de esportes, piscinas, diversos bares e lounges, incluindo o Masters of the Sea, pub inglês que figura entre os preferidos dos passageiros.
Para quem busca mais privacidade, o MSC Yacht Club oferece uma experiência premium, com áreas exclusivas, restaurante próprio, piscina privativa e serviço personalizado.
Golfo além do óbvio

Ao longo da viagem, o MSC Euribia revela que o Golfo Pérsico vai muito além do luxo associado aos Emirados Árabes e à riqueza dos sheiks. O roteiro costura histórias e paisagens, passando pelas ruínas silenciosas do Forte do Bahrein e chegando à Sir Bani Yas, uma ilha remota de Abu Dhabi, onde o tempo parece seguir outro ritmo. Hoje, ela abriga uma reserva natural criada a partir de um projeto ambicioso: milhões de árvores plantadas, espécies ameaçadas de extinção devolvidas ao habitat, gazelas, órix-árabe, girafas e guepardos. Entre o verde inesperado, o mar calmo e a areia do deserto, surgem hotéis de luxo, mas também sinais de uma ocupação humana que começou há mais de 7 mil anos. O itinerário atravessa metrópoles ultramodernas, ilhas preservadas e cidades históricas, ajudando o viajante a entender como essa região foi se formando ao longo dos séculos.
“É um cruzeiro que surpreende porque você não vê só prédios futuristas. Você visita mesquitas, cidades antigas e entende como essa região se transformou até os dias atuais”, concluiu a porta-voz da MSC Cruzeiros no Brasil.
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