
A Disney divulgou nesta quarta-feira (06) seus resultados trimestrais com lucro de US$ 2,24 bilhões, representando uma queda de 31,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Apesar da retração, a empresa apresentou crescimento consistente em receita, impulsionado principalmente pelos parques temáticos, cruzeiros e serviços de streaming.
A divisão de experiências, que inclui parques e cruzeiros, teve alta de 7% na receita, totalizando US$ 9,5 bilhões. O desempenho foi sustentado pelo aumento dos gastos dos visitantes e pela ampliação da capacidade da frota de cruzeiros. O lucro operacional do segmento também cresceu, mesmo diante de preocupações com inflação, custos de combustível e redução no fluxo de turistas internacionais.
No entretenimento, a companhia registrou avanço de 10% na receita, com destaque para o desempenho dos serviços de streaming, que cresceram com aumento de assinantes e publicidade. O lucro operacional da área teve forte expansão, refletindo a melhora na rentabilidade das plataformas digitais.
A receita total da empresa atingiu US$ 25,2 bilhões, alta de 7%, enquanto o lucro operacional subiu 4%. Já o segmento esportivo teve crescimento mais modesto e queda no lucro, pressionado por custos mais elevados de direitos de transmissão.
Executivos da empresa demonstraram otimismo com a demanda doméstica e indicaram expectativa de melhora na frequência dos parques nos próximos meses, além de apontarem a inteligência artificial como uma frente estratégica para o futuro dos negócios.







