Secretário adjunto de Turismo de MT fala do que esperar da Fit Pantanal 2023
Felipe Wellaton, secretário adjunto de Estado de Turismo do Mato Grosso

CUIABÁ – Felipe Wellaton, secretário adjunto de Estado de Turismo do Mato Grosso, pasta vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), falou na manhã desta quinta-feira (4), antes da abertura oficial da Feira Internacional de Turismo – Fit Pantanal 2023, que acontece no final desta tarde, no Centro de Eventos do Pantanal, sobre o que representa e o que esperar do maior evento de turismo regional.

MERCADO E EVENTOS – O que representa para o Mato Grosso a retomada da Fit Pantanal depois de quatro anos fora do calendário oficial de eventos?

Felipe Wellaton – Representa que o turismo está de volta e é uma ferramenta importante para o desenvolvimento do Estado do Mato Grosso, estado este que tem três biomas: Pantanal, Cerrado e Amazonia, as praias do Araguaia, para citar alguns poucos mais conhecidos. Um território que é o terceiro maior estado do Brasil, ou o equivalente a três Itálias, Representa a importância que o Governo do Estado e as federações, associações e todo o trade do turismo dão e querem para o Mato Grosso.

M&E – E o que esperar da Fit Pantanal nos cinco dias de feira de negócios, cultura e gastronomia?

Felipe Wellaton – Mais que tudo neste primeiro momento de retomada da atividade turística e consequente reforço da atividade econômica, buscamos o desenvolvimento como um todo, com o fomento do comércio, ampliação da área de serviços e, também a necessidade e importância de preparar o estado neste momento de retomada do Turismo.

M&E – Para assegurar essa retomada do Turismo não seria necessário fazer uma promoção do estado com mais intensidade?

Felipe Wellaton – Assumi a Secretaria Adjunta de Turismo há menos de um mês e, desde então repito, o que falta a Mato Grosso é “embalar” seus atrativos e saber vende-los. Criatividade antes de tudo. Diferente de estados menores, com um ou dois atrativos importantes, aqui no Mato Grosso você tem um ambiente que o torna completamente diferente de todos os estados brasileiros. Quando diz que falta promoção, na minha visão, quando digo “embalar”, quero dizer “passar perfume”, tornar um atrativo em produto para que você, o turista/visitante possa conhecer e usufruí-lo como merece.

M&E – Quais exemplo de turismo diferenciado o secretário poderia destacar?

Felipe Wellaton – Aqui no Mato Grosso temos, por exemplo, o Turismo de Etnia ou Etnoturismo, muito organizado e pioneiro no Brasil, de visitas agendadas a aldeias. Da mesma forma muitos turistas cruzam o oceano para nadar com golfinhos e aqui nas praias do Araguaia temos o nosso boto, além do Turismo de Pesca, com peixes enormes de couro, e algumas das mais importantes e diversas bacias hidrográficas e todas suas riquezas, como a do Pantanal, do Araguaia, bacia Platina e Teles Pires. Exemplos não faltam, são inúmeros. O Pantanal do meio do ano para frente, por exemplo, recebe turistas internacionais para ver a onça pintada, o famoso jaguar. Então, de fato, é uma riqueza tamanha e diversificada de atrativos que vai, da onça pintada à observação de aves, entre outros locais Alta Floresta, na Amazonia mato-grossense. Também somos fortes em ecoturismo, turismo e aventura, sol e praia, cultura e gastronomia.

M&E – Nesta edição, a Fit Pantanal vem com a proposta de levar, ou fazer com que todos consumam as riquezas turísticas do estado?

Felipe Wellaton – De fato, somos um estado rico em turismo e buscamos cada vez mais apresentá-lo aos mato-grossenses e brasileiros de todas as partes. E a Fit Pantanal este ano vem com um discurso direto: “Tudo isso é seu!”  É seu mato-grossense, é seu brasileiro, venham.

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