Brasil é o segundo maior mercado da Copa Airlines, que mira expansão com novas aeronaves
Monica Afonso, gerente de Vendas, Raphael de Lucca, Country Manager no Brasil e Valeria Padilla, do Marketing da Copa Airlines (Maheus

SÃO PAULO – Durante a WTM-LA 2025, representantes da Copa Airlines reforçaram o papel do Brasil como um dos principais mercados para a companhia. Raphael de Lucca, Country Manager da empresa no Brasil, destacou que o país é uma prioridade dentro do plano de crescimento da aérea panamenha, que está prestes a ampliar significativamente sua frota.

“Temos uma frota de 71 aviões. Nos próximos cinco anos, esse número deve crescer em quase 50 aeronaves. Só este ano, 10 novas unidades estão previstas”, afirmou De Lucca. Esse aumento representa a possibilidade de dobrar frequências em rotas já operadas e também a abertura de novos destinos, inclusive no Brasil. “Em breve, devemos anunciar algo em breve”, revelou Raphael.

Entre os destinos internacionais em destaque, ele mencionou a recente adição de San Diego, na Califórnia. “Esse sim é muito relevante para o Brasil”, disse, enfatizando que o país já figura entre os principais mercados da Copa Airlines. No total, a companhia já alcança 17 destinos nos Estados Unidos.

De Lucca também ressaltou a eficiência do modelo de conexão da Copa via Cidade do Panamá, com destaque para a experiência do passageiro. “Você não tira a bagagem, não passa pela manutenção, é aquela conexão padrão da Copa de uma horinha. A bagagem vai direto, com pré-imigração. Serve tudo direto ao destino final”, explicou.

Monica Afonso, gerente de Vendas da Copa Airlines, reforçou a relevância do mercado brasileiro dentro da operação global da companhia. “O Brasil é o segundo país para a Copa. É um mercado prioritário e segue recebendo investimentos”, afirmou. Questionada sobre possíveis novos destinos no país com a chegada das novas aeronaves, ela confirmou: “Com certeza, mas ainda não podemos revelar nada”.

Já Valeria Padilla, do setor de marketing da companhia, destacou a importância de manter um alinhamento de ideias entre os times locais e internacionais. “A energia é muito boa. Nosso objetivo está super alinhado dos dois lados”, disse. Para ela, o trabalho de comunicação com o mercado brasileiro é fundamental. “É super importante a gente realmente ter essa comunicação 360”, completou.

Segundo eles, o Brasil não só ocupa uma posição estratégica para a Copa Airlines, como também deve se beneficiar diretamente da expansão prevista para os próximos anos.

*O M&E viaja com apoio da Shift Mobilidade Corporativa e proteção GTA