
Nesta segunda-feira (18) a Azul informou que vai avaliar e adotar as medidas necessárias para reenquadrar suas ações preferenciais acima de R$ 1, após alerta da Bolsa de Valores (B3). As ações permanecem abaixo desse valor desde 20 de junho e o prazo para apresentar um cronograma de ajuste é até até 4 de fevereiro de 2026.
Para investidores, o reenquadramento solicitado pela B3 e a evolução do Chapter 11 são pontos críticos a monitorar, já que definirão o rumo da ação na bolsa de valores brasileira.
Segundo a companhia, as aprovações do plano de recuperação judicial nos Estados Unidos será poderão destravar valor de mercado e fortalecer a liquidez das ações, assim como recuperar a confiança dos investidores.
O CEO da Azul, John Rodgerson, afirmou que a empresa já tem “dinheiro suficiente” para sair do Chapter 11, mas pode ir ao mercado para buscar recursos mais competitivos.
“Nós ainda estamos crescendo, ainda estamos colocando mais aeronaves no ar, mas nós saímos de um lugar onde não estamos ganhando dinheiro, que não faz sentido, simplificando um pouco mais a nossa malha”, disse Rodgerson, a jornalistas após a divulgação do balanço do segundo trimestre de 2025.







