Maranhão retoma rota de cruzeiros internacionais com a chegada do navio de expedição SH Vega
Swan Hellenic Cruises atracando na capital maranhense (Divulgação/Gov. Maranhão)

O Maranhão voltou ao mapa dos cruzeiros internacionais de alto padrão. No sábado (25), o navio de expedição SH Vega, da companhia britânica Swan Hellenic Cruises, atracou no Porto de São Luís, marcando a retomada do estado nas rotas de turismo marítimo de luxo.

Especializada em destinos exóticos e culturais, a Swan Hellenic opera três embarcações: SH Vega, SH Diana e SH Minerva, que realizam viagens em todos os continentes, com foco especial no Ártico e na Antártica. Os navios de classe expedição são reconhecidos pelo alto nível de serviço, público de maior poder aquisitivo e compromisso ambiental, com operações de baixo impacto nas regiões visitadas.

O itinerário que incluiu São Luís começou no Caribe, seguiu pelo Rio Amazonas e será finalizado em Salvador (BA), totalizando 21 dias de viagem. Durante a escala na capital maranhense, os passageiros visitaram o centro histórico — reconhecido como Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco, e realizaram passeios nos Lençóis Maranhenses, na cidade de Santo Amaro.

De acordo com Airton Abreu, representante do Governo do Maranhão, novas escalas de cruzeiros internacionais com o mesmo perfil já estão confirmadas para 2026. Ele destacou que o trabalho de reposicionamento do estado como destino turístico vem sendo uma prioridade do governo.

“Desde o início da gestão, o governador Carlos Brandão determinou que a equipe de turismo tivesse como meta viabilizar a rota de navios de cruzeiro para o Maranhão, com o objetivo de ampliar e diversificar o fluxo turístico. Foi um trabalho intenso de promoção e prospecção dos nossos atrativos culturais, patrimoniais e naturais, que despertou o interesse de várias companhias do setor”, afirmou Abreu.

Com a chegada do SH Vega e a perspectiva de novas escalas, o Maranhão reforça seu potencial como porta de entrada para o turismo internacional sustentável na Amazônia e no Nordeste.