Avianca dispara no 3º tri: EBITDA sobe 15% e chega a US$ 411 milhões
No trimestre, a companhia alcançou receita operacional de US$ 1,509 bilhão (Divulgação/Avianca)

A Avianca Group International Limited (AGIL) encerrou o terceiro trimestre de 2025 com resultados financeiros robustos e novos avanços operacionais. A companhia registrou US$ 411 milhões em EBITDA, alta de 15,5% em relação ao ano anterior, e manteve uma margem de 27,2%, marcando o quarto trimestre consecutivo de recordes para períodos comparáveis.

A sólida performance financeira contribuiu para que Moody’s e Fitch elevassem o rating de crédito da Avianca para B1 e B+, ambos com perspectiva estável, refletindo a melhoria contínua das operações, a liquidez robusta e a visão sustentável de negócios do Grupo.

No trimestre, a companhia alcançou receita operacional de US$ 1,509 bilhão, aumento de 12,8% ano a ano, impulsionada pelo crescimento da malha e pela consolidação da oferta de Classe Executiva. A Avianca transportou 9,7 milhões de passageiros em uma rede de 169 rotas, incluindo novas ligações internacionais para Belém (Brasil) e Monterrey (México).

A liquidez permaneceu elevada em US$ 1,361 bilhão, equivalente a 24,2% da receita dos últimos 12 meses, enquanto a alavancagem líquida recuou para 2,8x. No segmento cargueiro, a companhia registrou US$ 157 milhões em receita, avanço de 14,1%, com a frota dedicada chegando a nove aeronaves A330.

O programa de fidelidade LifeMiles também apresentou forte desempenho, com crescimento de 72% no EBITDA de Caixa de Terceiros, somando US$ 77 milhões.

No campo operacional, a AGIL ampliou a oferta de Classe Executiva em 54 rotas adicionais na Colômbia, El Salvador e Equador, e inaugurou o novo lounge Diamond no aeroporto El Dorado, em Bogotá. A malha da companhia passou por redesenhos nos hubs de Bogotá, Medellín e San Salvador, resultando em um aumento de 23% no total de mercados atendidos.

Com uma frota de 161 aeronaves e indicadores em ascensão, a Avianca reforça sua estratégia de crescimento sustentável e eficiência operacional rumo a 2026.