
Viajar para o exterior exige mais do que escolher um destino e comprar a passagem. Pequenas decisões tomadas antes do embarque, como o período da viagem, a quantidade de bagagem e a forma de pagamento, podem fazer diferença no orçamento final.
Com a expansão das companhias aéreas de modelo low cost na América Latina, os viajantes também passaram a encontrar alternativas para personalizar os gastos com a passagem. Nesse formato, serviços adicionais são contratados de acordo com a necessidade de cada passageiro.
“Economizar em uma viagem não significa gastar menos com tudo, mas sim fazer escolhas mais inteligentes. Viajar com tarifas baixas é uma dessas escolhas: ao pagar menos pela passagem, o viajante tem mais orçamento disponível para investir no que realmente faz diferença na sua experiência. Um bom planejamento, aliado à escolha de uma companhia aérea reconhecida pelo custo-benefício, permite aproveitar melhor o destino sem abrir mão da segurança nem da qualidade da viagem”, explica Verónica Marambio, Gerente Comercial de Mercados Internacionais e Desenvolvimento Regional da JetSMART.
Pensando nisso, a JetSMART reuniu cinco dicas para ajudar no planejamento de uma viagem internacional com mais controle sobre os gastos.
1. Escolha destinos onde o orçamento rende mais
Antes de definir o roteiro, é importante considerar não apenas o preço da passagem, mas também os custos de hospedagem, alimentação e transporte no destino.
Em cidades como Buenos Aires, Santiago e Assunção, por exemplo, os valores podem variar de acordo com o período da viagem, localização da hospedagem e perfil do roteiro. Pesquisar esses gastos com antecedência ajuda a estabelecer um orçamento mais próximo da realidade.
2. Entenda como funcionam as tarifas das companhias aéreas
Nem todo viajante utiliza os mesmos serviços durante um voo. O modelo low cost oferece tarifas mais econômicas e permite que o passageiro adicione serviços conforme suas necessidades, como escolha de assento e despacho de bagagem.
O formato, consolidado há décadas na Europa, vem ganhando espaço na América Latina com a expansão de companhias como a JetSMART para novos mercados, incluindo o Brasil.
“A proposta do modelo low cost é dar ao passageiro a liberdade de montar a viagem de acordo com as suas necessidades. Há pessoas que fazem viagens curtas, levam apenas uma bagagem de mão e não precisam de serviços adicionais. Outras preferem incluir despacho de bagagem ou escolher o assento. Esse modelo permite que cada viajante pague apenas pelo que realmente vai utilizar, tornando a experiência mais personalizada e eficiente”, explica Verónica Marambio, da JetSMART.
3. Planeje a mala de acordo com o roteiro

A quantidade de bagagem também pode influenciar o custo da viagem. Por isso, antes de preparar as malas, vale consultar a previsão do tempo e organizar as roupas de acordo com a duração e os compromissos previstos no roteiro.
Em viagens curtas, uma bagagem de mão pode ser suficiente, dependendo das regras da companhia e das necessidades do passageiro. Quem pretende fazer compras durante a viagem também pode avaliar se vale contratar uma franquia adicional apenas para o voo de retorno.
“Nem toda viagem exige uma mala grande. Em roteiros de poucos dias, é possível levar apenas uma bagagem de mão com tudo o que será utilizado. O importante é planejar a mala com antecedência. Quem pretende fazer compras no destino, por exemplo, pode optar por viajar apenas com a bagagem incluída na tarifa e, caso necessário, contratar o despacho de bagagem apenas para o voo de volta”, pontua a especialista.
4. Use a tecnologia para organizar o roteiro
Aplicativos de planejamento podem ajudar a reunir reservas, organizar atrações e calcular deslocamentos entre diferentes pontos turísticos.
Agrupar passeios por região, por exemplo, pode reduzir o tempo gasto no transporte. Também é possível pesquisar antecipadamente os preços de ingressos, identificar atrações gratuitas e encontrar restaurantes próximos aos locais visitados.
Além de facilitar a organização, esse planejamento permite ter uma estimativa mais precisa dos gastos antes mesmo do embarque.
5. Acompanhe o câmbio e escolha a forma de pagamento
A cotação da moeda é outro ponto que merece atenção no planejamento. Antes da viagem, vale comparar as alternativas disponíveis para pagamentos no exterior, como dinheiro em espécie, cartão internacional e contas globais, considerando as taxas cobradas em cada operação.
Também é importante pesquisar benefícios tributários oferecidos por alguns destinos. Chile e Uruguai, por exemplo, possuem regras de isenção de IVA para determinados serviços de hospedagem destinados a visitantes internacionais que atendam aos requisitos locais.
Argentina e Chile também contam com programas de tax free shopping, que permitem ao turista solicitar a devolução de parte dos impostos pagos em compras elegíveis, conforme as regras de cada país.
Ao considerar passagem, bagagem, hospedagem, alimentação, transporte, câmbio e atrações, o viajante consegue ter uma visão mais completa dos custos da viagem e tomar decisões de acordo com o orçamento disponível e mesmo assim manter o roteiro.







