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O presidente da CVC; Valter Patriani; marcou presença no Encontro de Vendas CVC Rio de Janeiro; que acontece até amanhã (18/05); com a palestra Transformações no Mercado e Oportunidades de Negócios. Ele traçou o perfil econômico brasileiro e da classe emergente brasileira e comentou sobre as perspectivas de crescimento da empresa após a venda de 65% do capital para o Carlyle; grupo americano que comanda cerca de 250 empresas pelo mundo; em diversos segmentos.

Com a venda de parte do capital ao grupo americano; a CVC espera um aumento da lucratividade; prepara-se para abrir o capital; diferenciar mais sua marca; atrair e reter talentos e ter melhores planejamentos e gestão financeira; de acordo com Patriani; que explica: “a única exigência da Carlyle é que a CVC continue a dobrar de tamanho a cada cinco anos”.

A CVC; que completa 39 anos no próximo 28 de maio; transportou 2;5 milhões de passageiros em 2010; o que significa; segundo o presidente da empresa; cinco mil pacotes vendidos por dia. “A CVC não nasceu operadora; nasceu agência de viagens. Crescendo num ritmo que qualquer um pode crescer”; declarou aos agentes.

De acordo com Patriani; que prefere chamar a classe C de classe média emergente; essa é a classe que mais cresce no país: “Trinta mil brasileiros ascenderam à classe média nos últimos oito anos e mais 30 mil devem chegar lá em 10 anos”. Para ele; é preciso que os agentes conheçam esse público; que não aceita erros; preza mais pela qualidade e pela marca; já que não pode perder dinheiro. “É esse consumidor que está pagando nossas contas. Temos que estudar melhor nossa abordagem”; comentou.

Ele informou que apenas 12% dos brasileiros procuram agências de viagens; enquanto na Europa esse número cresce para 45%: “Nossa missão é conquistar esses 88%.

Valter Patriani