
A Abav Nacional enviou nesta segunda-feira, dia 23, um pedido formal à Embaixada do Brasil no Uruguai e à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para intervenção no caso da companhia aérea Pluna. A entidade lembra que desde a notícia da paralisação da empresa, a entidade atuou junto à Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata), solicitando a exclusão das faturas do BSP (Billing and Settlement Plan) e dos débitos relativos às vendas da aérea.
“Infelizmente, a Iata se preocupa apenas com os interesses das companhias aéreas e pouco defende os da sociedade civil e dos demais elos que compõem a cadeia turística”, afirmou Antonio Azevedo, presidente da entidade. Ainda de acordo com ele, a atuação da Embaixada e da Anac será necessária, pois centenas de agências de turismo brasileiras poderão ser prejudicadas por uma situação ocasionada por uma empresa aérea, que não tinha garantias financeiras para cobrir sua operação no Brasil.
A Abav quer que a Anac normatize a exigência de um Fundo de Garantia ou de um Seguro Garantia das Companhias Aéreas para evitar que se repitam prejuízos como este. “As agências de viagens não poderão praticar reembolsos pois não possuem tais valores, já que são apenas intermediárias na emissão das passagens das companhias aéreas, as quais recebem os valores pagos e executam o transporte”, concluiu.
Veja abaixo os documentos:
Rafael Massadar e Anderson Masetto







