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Parques e Atrações

Hopi Hari tenta acordo com BNDES para não ter bens e terrenos leiloados

O complexo tem seu futuro indefinido

Se o acordo for aprovado, o leilão poderá ser adiado, o que não faria o parque perder seus ativos e assim teria como continuar operando

Em meio à recuperação judicial e à possibilidade de ter a falência decretada, o Hopi Hari tenta repactuar um acordo com o Banco Nacional de Desenvolvimento e Social (BNDES). A estratégia seria vital para que o leilão de terreno e bens para pagamento de dívidas com financeiras não fosse realizado. Como divulgado pelo M&E, o Hopi Hari poderia decretar falência caso as renegociações com seus credores não acontecessem.

Se o acordo for aprovado, o leilão poderá ser adiado, o que não faria o parque perder seus ativos e assim teria como continuar operando. No início deste ano, o principal credor, o próprio BNDES, já tinha conseguido na justiça uma ordem para execução do crédito de cerca de R$ 230 milhões que o parque possui. O BNDES pediu então o leilão dos bens do Hopi Hari.