Abav Meeting SP discute VCN e chargeback e destaca avanços do Brasil em tecnologia para pagamentos eletrônicos; veja fotos
Juliana Assumpção, Thiago Mendes e Bruno Waltrick, da Abav, com Isabelle Grechi, da B2B, e Patricia Thomas, da Omnibees (Beatriz do Vale/M&E)

SÃO PAULO – A 4ª edição do Abav MeetingSP segue na tarde desta quarta-feira (10), no Meliá Paulista com mais conhecimento, com destaque para painéis sobre turismo de luxo meios de pagamentos eletrônicos e chargeback, e também o uso da Inteligência Artificial no setor.

Veja a primeira galeria aqui, a segunda neste link e mais fotos do evento abaixo!

O painel sobre meios de pagamentos eletrônicos e chargeback contou com a mediação de Juliana Assumpção e os painelistas Isabelle Grechi, Thiago Mendes e Patrícia Thomas. O tema, que abordou segurança, conciliação e o papel dos cartões virtuais no setor de viagens, Meeting SP, se aprofundou ao funcionamento do VCN (Virtual Card Number), dos cartões virtuais e da gestão de chargeback, apontados como ferramentas estratégicas para a segurança e eficiência das operações no setor de viagens.

Isabelle Grechi destacou a evolução tecnológica que impulsionou o uso de cartões virtuais no mercado: “Eu gosto de falar do futuro. Estamos falando de sustentabilidade, de meios de pagamento e da melhoria na vida das agências. É como a mudança do celular ‘tijolão’ para o smartphone: hoje não vivemos mais sem. Essa transformação só foi possível com tecnologia”.

“O Brasil lidera o desenvolvimento de tecnologias de segurança para pagamentos eletrônicos, tanto em confiança quanto em volume de transações.”

Isabelle explicou a diferença entre o VCN (cartão virtual gerado para uma única transação) e o ECN, o cartão principal de uso contínuo. Segundo ela, a principal vantagem do VCN é a conciliação automática das despesas, especialmente relevante para viagens corporativas: “É um cartão de crédito virtual único, criado para uma reserva específica. Já o ECN é o cartão-mãe, reutilizável e seguro, mas não oferece os mesmos benefícios de conciliação”.

Já Patrícia Thomas enfatizou os benefícios da adoção de meios eletrônicos em comparação ao modelo faturado, ainda comum no setor: “O faturado envolve conciliação, fluxo de caixa e risco. Quando adotamos o pagamento eletrônico, percebemos muitos ganhos. Tanto o cartão virtual quanto o cartão centralizado já trazem vantagens significativas em relação ao faturado”.

Ela também destacou que o VCN envolve uma cadeia com diversos agentes para que o cartão seja gerado e utilizado: “Quando falamos de VCN, existe uma cadeia de vários players. Começa pelo cliente, que traz a demanda, passa pelo OBT e depois segue para o banco, bandeira, agregador e fornecedor”.

O painel ainda abordou o impacto do VCN na redução de fraudes e na otimização do processo de chargeback, além de sua utilização crescente por agências que operam tanto no corporativo quanto no lazer.

O evento continua até às 22h com mais networking e um Happy Hour especial com a Banda dos Seguranças do Metrô de São Paulo.