Abeoc Brasil propõe observatório, marco regulatório e rede nacional para impulsionar setor de eventos
Sugestões foram apresentadas pela presidente da entidade, Enid Câmara, no Seminário CETUR em Fortaleza (Divulgação/Abeoc)

A Associação Brasileira de Empresas de Eventos (Abeoc Brasil) apresentou três propostas consideradas estratégicas para o fortalecimento do setor de eventos no país. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (18), em Fortaleza, pela presidente da entidade, Enid Câmara, durante o Seminário CETUR – Eventos e Turismo no Ceará: Perspectivas, realizado no Senac Aldeota.

As medidas sugeridas incluem a criação de um Observatório Nacional do Setor de Eventos, a implantação de um Marco Regulatório Moderno e a estruturação de uma Rede Nacional de Infraestrutura para Eventos. O objetivo é ampliar a competitividade, consolidar dados e modernizar espaços que recebem feiras, congressos e encontros corporativos em todo o Brasil.

Segundo Enid, o Observatório seria construído em parceria com instituições como o Ministério do Turismo, a Confederação Nacional do Comércio (CNC) e o Sebrae, reunindo informações sobre o segmento MICE e demais áreas. Já o Marco Regulatório unificaria legislações para garantir mais segurança jurídica e competitividade, enquanto a Rede Nacional mapearia e modernizaria espaços de eventos, com uma plataforma digital integrada para conectar organizadores, fornecedores e destinos.

“O Brasil precisa transformar seu potencial em resultados concretos, e isso só será possível com dados confiáveis, legislação moderna e infraestrutura adequada. Essas propostas são caminhos para garantir mais competitividade, geração de negócios e fortalecimento da economia do turismo de eventos”, afirmou a presidente da Abeoc Brasil, que entregou oficialmente as sugestões ao presidente do CETUR, Joaquim Cartaxo, e ao deputado federal Luiz Gastão.

O seminário reuniu ainda nomes como o presidente da Abeoc Ceará, Leonardo Araripe, Ivana Bezerra e Stella Pavan, que contribuíram com diferentes perspectivas sobre os desafios e oportunidades do setor.