
A Diretora de Operações da Voetur Viagens, Dalva Camargo, analisou os impactos dos mais de 160 voos cancelados no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, após rajadas de vento acima de 95 km/h nesta semana. Para ela, o episódio evidencia como eventos climáticos extremos afetam a aviação, desorganizam agendas corporativas e reforçam a necessidade de processos estruturados na gestão de viagens.
Segundo Dalva, os voos cancelados “expuseram, mais uma vez, a fragilidade das operações aéreas diante de eventos climáticos extremos, cada vez mais frequentes”. Ela afirma que o impacto para os passageiros foi imediato, com conexões perdidas, reuniões canceladas e compromissos adiados.
De acordo com o comentário da Diretora, as viagens corporativas o prejuízo é ainda maior. “Há impacto direto em agendas estratégicas, produtividade e custos não previstos”, destacou. Ela explicou que, sem uma gestão estruturada, viajantes e empresas ficam responsáveis por lidar sozinhos com remarcações, reembolsos, hospedagem emergencial e novas rotas, muitas vezes em um cenário de sobrecarga dos canais das companhias aéreas.
Ela ressalta que empresas apoiadas por uma Travel Management Company têm mais capacidade de resposta em situações desse tipo. “A atuação da TMC permite reacomodação ágil, monitoramento em tempo real, renegociação de bilhetes, suporte ao viajante e visibilidade dos impactos e custos envolvidos”, afirmou.
Episódios como o de Congonhas, para Dalva, mostram que a gestão de viagens deixou de ser apenas operacional. “Com eventos climáticos extremos, instabilidade aérea e agendas corporativas mais apertadas, ter processos definidos e suporte especializado passa a ser uma necessidade para garantir previsibilidade, segurança e eficiência”, concluiu.







