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BWT ativa Operação Caribe e coloca o agente no centro da conversão (Divulgação/BWT)

A BWT Operadora lançou nesta terça-feira (1º) a chamada Operação Caribe, uma campanha que reúne descontos de até 20% em nove destinos da região e um portfólio de aproximadamente 150 hotéis. A ação segue até o dia 30 de abril e foi estruturada com foco direto em conversão, mirando o período considerado chave para vendas de meio e fim de ano.

A proposta é simples na teoria e ambiciosa na prática: facilitar a vida do agente de viagens com produto pronto, מגוון de opções e condições comerciais mais competitivas. No radar, destinos que já fazem parte do imaginário do brasileiro, como Cancún, Riviera Maya e Punta Cana, além de ilhas que vêm ganhando força como Aruba e Curaçao.

Segundo Gabriel Cordeiro, diretor-geral da operadora, o Caribe precisa ser apresentado de forma menos genérica e mais estratégica. “O Caribe não é um destino único, é uma região com identidades muito distintas em cada ilha ou costa. A Operação Caribe foi estruturada justamente para mostrar essa riqueza ao agente e ao viajante, com produto qualificado e condições que facilitam a conversão”, afirma.

Portfólio BWT amplo tenta falar com todos os perfis

Um dos pilares da campanha está na variedade. A BWT aposta em um portfólio que vai de resorts all inclusive a hotéis boutique, passando por opções adults only, empreendimentos familiares e propriedades de luxo.

Isso faz com que o agente consiga montar diferentes narrativas de venda a partir do mesmo destino. Para famílias, entram em cena resorts com parques aquáticos, clubes infantis e programação monitorada. Para casais, o foco muda completamente: hotéis exclusivos para adultos, experiências gastronômicas mais refinadas e ambientes voltados à privacidade.

Já para grupos de amigos ou viajantes mais sensíveis a preço, o all inclusive continua sendo um dos principais gatilhos. A previsibilidade de gasto ainda pesa na decisão final, especialmente em viagens internacionais.

Esse leque ajuda a resolver um dos principais gargalos da venda: a personalização. Em vez de adaptar o cliente ao produto, a ideia é fazer o caminho inverso.

Nove destinos que concentram a demanda brasileira

A Operação Caribe da BWT reúne destinos com perfis bem diferentes entre si. Do lado mexicano, Cancún, Riviera Maya e Cozumel seguem como porta de entrada clássica, com estrutura consolidada e grande oferta de voos.

Na sequência aparecem República Dominicana, Aruba, Curaçao, Saint Martin, Bahamas e Jamaica. Cada um com sua própria proposta, seja pela facilidade logística, pelo estilo de hospedagem ou pelo tipo de experiência.

Essa diversidade é justamente o que a BWT tenta explorar como diferencial competitivo. Em vez de vender “o Caribe” como um bloco único, a campanha incentiva o detalhamento de cada destino, o que pode aumentar o ticket médio e reduzir indecisões.

Parcerias completam a jornada do viajante

A campanha também se apoia em parceiros estratégicos para fechar o ciclo da viagem. Entre eles estão Copa Airlines, Gol e Latam, responsáveis pela conectividade aérea, além da Universal Assistance, que entra com o seguro-viagem.

Outro ponto que chama atenção é a inclusão de cruzeiros da Norwegian Cruise Line (NCL) dentro da operação. A ideia é ampliar o repertório do agente, oferecendo uma alternativa que combina diferentes destinos em uma única viagem.

Esse tipo de integração tende a facilitar o processo de venda, já que reduz o número de fornecedores envolvidos e centraliza a negociação.

Abril vira mês decisivo para o segundo semestre

A escolha de abril para a BWT não é por acaso. O período é visto pelo mercado como uma janela importante para quem começa a planejar viagens para férias de julho, feriados prolongados e até o fim do ano.

“Quem apresentar o Caribe agora, com produto forte e desconto real, sai na frente”, resume Cordeiro.

Para sustentar essa estratégia, a operadora também lançou uma página exclusiva com todas as ofertas, condições e materiais de apoio. A centralização das informações tenta resolver outro ponto sensível da operação: o tempo de resposta.

Num cenário em que o cliente pesquisa, compara e decide cada vez mais rápido, ganhar agilidade pode ser o fator decisivo entre fechar ou perder a venda.