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Aviação

Airbus é obrigada a adiar início das operações do A321neoXLR

A321XLR-02-1

A aeronave só é capaz de voar até 8,7 mil km (15% a mais do que o A321LR), podendo realizar rotas diretas entre Brasil e Europa, porque ganhou um tanque extra de combustível na sua concepção

A Airbus se viu obrigada a adiar o início das operações do A321-200neoXLR (Xtra Long Range) de 2023 para 2024, por conta de atrasos no processo de certificação. A aeronave só é capaz de voar até 8,7 mil km (15% a mais do que o A321LR), podendo realizar rotas diretas entre Brasil e Europa, porque ganhou um tanque extra de combustível na sua concepção, na parte central da fuselagem, ampliando seu alcance real em quase 1,3 mil quilômetros.

Pois bem. Segundo uma fonte ligada à Reuters, o atraso no processo de certificação é devido a preocupações justamente com o risco de incêndio em relação ao tanque de combustível extra. A Agência de Segurança da Aviação da União Europeia (Easa) está considerando exigir um redesign da parte inferior da fuselagem do XLR, com materiais mais duráveis ​​e mais pesados. Isso poderia acrescentar entre seis e 12 meses ao procedimento de certificação.

Este redesign pode comprometer o alcance original do modelo, embora a Airbus espere que isso não aconteça. E apesar dos atrasos, a Airbus insiste que o voo inaugural ocorrerá até o final de junho. A fabricante europeia disse inclusive que está a caminho de aumentar sua taxa de produção da família A320neo dos atuais 50 por mês para 65 por mês até meados de 2023. Até 2025, pretende aumentar a taxa para 75 unidades por mês.

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