De acordo com o modelo adotado; a companhia pagará aluguéis semestrais para o Santander por 12 anos; que é o prazo de amortização do empréstimo junto ao BNDES. Ao final desse período; o banco privado terá a opção de vender as aeronaves ou negociar com a Azul para continuar a alugá-las.
Nos financiamentos tradicionais; a companhia geralmente tem de desembolsar cerca de 20% do valor total; mas; com a participação do Santander; pôde financiar 100%. “O prazo alongado para o pagamento ao Santander e o fato de poder financiar 100% deixam o caixa da empresa mais livre para investir na expansão da frota; um dos seus objetivos no momento”; afirmou John Rodgerson; vice-presidente financeiro da Azul Linhas Aéreas.






